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Autor de homicídio em bar em Colniza é preso pela Polícia Civil em Juína

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O autor de um homicídio ocorrido em um bar na madrugada de sábado (10.12) no município de Colniza (1.065 km a Noroeste de Cuiabá) foi preso em flagrante pela Polícia Civil, no domingo (11), em ação conjunta das Delegacia de Colniza e Juína (735 km a Noroeste de Cuiabá).

O suspeito foi preso em flagrante no momento em que desembarcava no terminal rodoviário de Juína e confessou a autoria do homicídio.

A vítima Aniel Zotte foi morta com quatro disparos de arma de fogo (três no abdômen e um na cabeça), no momento em que chegava em um bar em Colniza. Assim que foi acionada dos fatos, a equipe de policiais da Delegacia de Juína iniciaram as investigações para identificar o autor do crime, conseguindo imagens de câmeras de segurança que ajudaram na identificação do suspeito.

Durante as diligências, os policiais de Colniza receberam informações de que o suspeito já havia deixado a cidade e fugido para Aripuanã ou Juína. Com base no apurado, foi feito contato com a equipe da Delegacia de Juína, repassando as características físicas do suspeito.

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Diante da informação de que o suspeito poderia passar pela cidade, os policiais de Juína foram até as imediações do Terminal Rodoviário onde por volta das 16h30 conseguiram localizá-lo e realizar sua abordagem. Questionado, ele confessou a autoria do crime, relatando que teve um desentendimento com a vítima, após terem consumido grande quantidade de bebida alcoólica, ocasião em que perdeu a cabeça e efetuou os disparos.

Após os fatos, o suspeito ainda teria jogado a arma utilizada para efetuar os disparos, um revólver calibre 38, próximo a uma ponte e se escondido em uma região de mata, até o dia amanhecer, ocasião em que pegou uma carona até Aripuanã, onde embarcou no ônibus para Juína.

Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Juína onde após ser interrogado, foi autuado em flagrante pelo crime de homicídio qualificado.

Segundo o delegado regional de Juína, Marco Bortolotto Remuzzi, a ação conjunta entre as equipes foi fundamental para a rápida prisão do autor do crime. “A investigação realizada pela equipe de Colniza que identificou as características do suspeito e a rápida diligência dos policiais de Juína, possibilitou a prisão do suspeito, antes que ele deixasse a região”, disse o delegado.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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