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Autor de homicídio em Aripuanã é preso pela Polícia Civil no interior da Bahia

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O autor de um homicídio brutal ocorrido em Aripuanã, no mês de outubro, foi preso nesta terça-feira (03.12), no interior da Bahia.

D.C.S., de 25 anos, teve a prisão preventiva decretada pela Comarca de Aripuanã após ser identificado na investigação da delegacia do município como um dos autores do assassinato de Rafael de Brito Bragança, de 26 anos.

Ele foi localizado pela Polícia Civil na cidade de Itapetinga, na Região Centro-Sul baiana.

O homicídio

No dia 7 de outubro, a Delegacia de Aripuanã recebeu a informação da PM no Distrito de Conselvan sobre o desaparecimento da vítima, comunicada pela esposa de Rafael.

O corpo de Rafael foi encontrado no dia seguinte por um familiar, ao lado de uma casa usada como ponto de tráfico no distrito. A vítima tinha dependência química.

No local, os policiais civis apreenderam um pedaço de madeira com vestígios de sangue, provavelmente usado para golpear a vítima.

No decorrer da investigação, a equipe policial identificou os envolvidos no homicídio de Rafael, que tiveram as prisões decretadas pela Comarca de Aripuanã. Um deles foi localizado na Bahia e o segundo está foragido.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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