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Autor de furtos a propriedade rurais em Marcelândia é preso pela Polícia Civil

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O autor de invasões e furtos a propriedades rurais no Natal passado, no município de Marcelândia, norte do estado, foi preso na sexta-feira (10.02), pela equipe da Polícia Civil do município.

A prisão do investigado, de 35 anos, contou com apoio da Polícia Militar de Marcelândia. Durante a ação policial para o cumprimento do mandado judicial, as equipes apreenderam com o investigado uma porção de maconha e uma balança de precisão.

Conforme a investigação da Delegacia de Marcelândia, o criminoso e sua convivente invadiram várias propriedades rurais no dia 25 de dezembro do ano passado, na Comunidade Bom Jaguar, zona rural do município.

O casal levou joias, roupas, pertences e dinheiro de uma das residências. Durante a investigação, os policiais civis de Marcelândia identificaram o autor do crime e conseguiram recuperar R$ 11,200 mil, joias e alguns objetos que foram entregue às vítimas.

Entretanto, na ocasião, por não estar mais em situação de flagrante, o suspeito foi liberado.

No decorrer do inquérito policial foi representada pela prisão do autor do crime, que foi preso na sexta-feira.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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