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Após troca de informações entre Polícias, autor de latrocínio ocorrido em 2003 em Confresa é preso em SP

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Assessoria/Polícia Civil-MT

O autor de um crime de latrocínio ocorrido há aproximadamente 19 anos no município de Confresa (1.160 km de Cuiabá) teve o mandado de prisão cumprido, nesta quinta-feira (27.01), em uma ação conjunta das Polícias Civis de Mato Grosso, Pará e São Paulo. O suspeito, de 45 anos, que estava com o mandado de prisão expedido pela 3ª Vara Criminal de Porto Alegre do Norte, foi localizado no município de Barueri, Estado de São Paulo.

O crime ocorreu no ano de 2003 na cidade de Confresa quando o suspeito acionou a vítima, que trabalhava como mototaxista, para levá-lo até a zona rural do município. Durante o trajeto, o suspeito anunciou o assalto e efetuou vários golpes de faca contra a vítima, que não resistiu aos ferimentos.

Logo após os fatos, a Polícia Civil iniciou as investigações conseguindo chegar a identificação do suspeito, sendo o procedimento remetido ao Poder Judiciário. O investigado foi processado e condenado, tendo o mandado de prisão expedido pela Justiça. Porém, desde então o suspeito era considerado foragido.

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As investigações em buscas do foragido retomaram há alguns dias, após familiares da vítima procurarem a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, falando sobre o mandado de prisão em aberto de longa data e a esperança em ver o autor do crime preso.

Iniciada as investigações, coordenadas pelo delegado da Derf Confresa, Bruno Gomes Borges, os policiais da unidade conseguiram informações de que o foragido poderia estar no Pará, iniciando a troca de informações com a Polícia Civil do estado. Nas checagens realizadas no Pará, foi descoberto que o suspeito já havia deixado o estado e que provavelmente estava morando no estado de São Paulo.

Novamente houve o compartilhamento de informações, dessa vez entre as Polícias Civil de Mato Grosso, Pará e São Paulo, sendo possível identificar o paradeiro do foragido na cidade de Barueri (SP). Com a informação, os policiais civis de São Paulo deram cumprimento ao mandado de prisão contra o procurado, nesta quinta-feira (27), quase 19 anos após o crime.

“Mediante troca de informações entre as unidades, e após os levantamentos  policiais foi possível capturar o autor desse crime bárbaro contra um homem que era arrimo de família, e sustentava a família, como mototaxista e perdeu sua vida durante o trabalho”, disse o delegado. 

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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