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Ação integrada apreende carga de supermaconha avaliada em R$ 60 mil em Rondonópolis

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Uma ação integrada entre policiais militares do 12º Comando Regional, Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na manhã desta quarta-feira (2.4), 26 tabletes de skunk (supermaconha), em Rondonópolis (200 km de Cuiabá).

Durante as ações de policiamento tático e ostensivo, em decorrência das Operações Tolerância Zero e Protetor das Fronteiras e Divisas, os agentes receberam informações de que o condutor de um veículo Citroen C4, cinza, estaria transportando grande quantidade de entorpecentes.

Após a denúncia, as equipes reforçaram o policiamento e logo identificaram o carro. Os policiais abordaram o suspeito, de 33 anos, e em seguida encontraram a carga no veículo. O homem não revelou a origem e destino das drogas.

O motorista, as drogas e o veículo apreendido foram levados à delegacia para registro do boletim de ocorrência. A ação gerou um prejuízo de pouco mais de R$ 139 mil.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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