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Ação conjunta apreende carga com 423 quilos de cocaína em Barra do Bugres

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Uma ação conjunta do Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron), Polícia Militar e Polícia Federal resultou na apreensão de 423 quilos de cloridrato de cocaína nesta terça-feira (12.07), em Barra do Bugres (167 km de Cuiabá). A carga do entorpecente foi avaliada em mais de R$ 10 milhões.

A apreensão ocorreu por volta de 10h na MT-343. A carga estava sendo transportado em um caminhão Ford Cargo, carregado com sementes de algodão e que seguia sentido Barra do Bugres à BR 070.

Durante a abordagem, não foi possível localizar a droga, mas com o auxílio de uma escavadeira, 13 fardos carregados com diversos tabletes de cloridrato de cocaína foram encontrados em meio a carga de  algodão.

O motorista do caminhão foi preso em flagrante e conduzido para a sede da Polícia Federal de Cáceres, juntamente com o veículo e o entorpecente apreendidos.  

A ação contou com o apoio de três unidades da Polícia Militar, sendo a 2ª Companhia Independente de Comodoro, 12º Batalhão da PM de Barra do Bugres e o 26º Batalhão da PM de Nova Mutum. 

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Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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