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Acadepol entrega trofeús aos 5 primeiros colocados da XII edição dos Jogos Internos

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A Polícia Civil, por meio da Academia de Polícia, realizou na tarde de sexta-feira (14.11), a entrega dos troféus aos 5 primeiros colocados do XII Jogos Internos PJC.

A equipe que conquistou o maior ponto na somatória de todas as modalidades esportivas e consagrada campeã, foi da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

Em segundo lugar ficou a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), seguida da equipe da Diretoria de Execução Estratégica (DEE) que alcançou o terceiro lugar da competição.

A quarta classificada no campeonato foi a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá, e o quinto lugar ficou a equipe do Plantão de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica e Sexual de Cuiabá.

Neste ano o campeonato foi dividido em duas etapas, e reuniu policiais da capital e do interior que competiram em diferentes modalidades esportivas.

Os servidores disputaram o voleibol (masculino e feminino), futsal (masculino e feminino), voleibol de areia (masculino e feminino), natação (masculino, feminino e misto), xadrez, bozó, truco espanhol, atletismo, basquetebol 3×3, tênis de quadra, tênis de mesa, ciclismo mtb, futebol society, futevôlei e tiro.

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No último dia, as equipes se reuniram para a prova de tiro policial, considerada a mais esperada da competição, em que cada competidor, além de ser avaliado pela precisão do disparo efetuado, também foi analisado em relação ao tempo despendido para realizar o trajeto na pista de tiro.

Participaram da entrega dos troféus, o organizador do evento Claudinei Farina, o diretor da Acadepol Fausto José Freitas da Silva, a diretora de Execução Estratégica, Ana Paula de Faria Campos, o diretor de Atividades Especiais, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, e o escrivão Oziel representando o Sindicato dos Escrivães de Polícia de Mato Grosso.

PARCEIROS

A XII edição dos Jogos Internos da Polícia Civil é promovida em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer de Cuiabá, Sindicato dos Investigadores de Polícia (Sinpol), Sindicato dos Escrivães de Polícia Civil (Sindepojuc), Associação Mato-grossense dos Delegados de Polícia (Amdepol), Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindepo), Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB), Sindicato das Empresas de Transporte e Carga (SINDMAT), Federação de Xadrez, Federação de Atletismo, Federação de Natação, Clube Monte Libano e CT Bonifácia, além das empresas Águas Puríssimas, Lojas Martinello, Poesy Aviamentos, Calibre Brasil, Rawal Placas, Aliança Importações e Comércio de Pneus, Luna Farma, Petroluz, Biovida, Clube de Tiro Prático e Esportivo de Várzea Grande e Locar Gestão de Resíduos.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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