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Verde Novo promove atividades ambientais com alunos e alunas da Escola Livre Porto

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Alunos e alunas da Escola Livre Porto, de Cuiabá, participaram de atividades ambientais promovidas pelo Projeto Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso, nessa segunda-feira (06), em parceria com a Energisa.
 
Os estudantes do 9º ano do ensino fundamental e do 1º, 2º e 3º anos do ensino médio assistiram a palestras do projeto de arborização urbana e também da concessionária de energia elétrica.
 
A engenheira florestal do Verde Novo, Rosiani Carnaíba, apresentou a iniciativa ambiental da Justiça Estadual, falou sobre todos os benefícios das árvores, abordou a questão dos desastres ecológicos atuais, explicou também o que são ilhas de calor e, ao final, fez um quiz sobre arborização e meio ambiente disponível no site do projeto.
 
A analista de meio ambiente da Energisa, Marina Lima, explicou como funciona todo o sistema de produção, geração e distribuição de energia, desde as matrizes até o consumidor final, esclarecendo dúvidas e orientando os alunos.
 
Após o conhecimento teórico, os estudantes partiram para a prática colocando a mão na terra e plantaram árvores de amora, goiaba e ipê branco na área verde da escola, onde é cultivada uma horta.
 
“Achei muito legal, é uma tema importante que temos que abordar na sociedade hoje em dia. É uma forma de ajudarmos. Eu gosto de colocar a mão na terra e trabalhar. Gostei bastante”, disse João Hélio, aluno do 9º ano.
 
A professora de ciências socioambientais, Alessandra Portugal, conduziu as atividades e explicou que o curso aborda questões ligadas ao meio ambiente de forma teórica e prática.
 
“O curso de ciências socioambientais existe aqui na Escola Livre Porto Cuiabá há mais de 20 anos, é um curso pioneiro e inédito no Brasil. Já realizamos muitos projetos de reciclagem, compostagem e muitas viagens para estudar questões ligadas aos biomas brasileiros, em uma ciência viva, que observa e estuda in loco. Temos um vasto conhecimento através da biologia, geografia, ciências sociais, sociologia e filosofia”, explica a professora.
 
Projeto ambiental próprio – Este ano, a escola está desenvolvendo o projeto Verde +, semelhante ao Verde Novo, que aborda a importância de ampliar o verde, cultivar plantas e hortaliças nos espaços disponíveis na escola e na comunidade do bairro Dom Aquino, onde está localizada a unidade escolar.
 
“O ato de plantar é muito mais do que somente jogar uma semente, existe toda uma ciência por trás disso e um cuidado diário. É preciso ter técnica, é mais o cuidado em si do que o ato de plantar e abandonar. Esse cuidado é o que o nosso projeto vai tentar mostrar, com o objetivo de arborizar as áreas verdes paradas da escola, externas e internas, além de reambientalizar áreas públicas também. Estamos desenvolvendo uma horta comunitária e registrando por meio de um documentário a diferença que isso faz na vida das pessoas, abrangendo fatores sociais e ambientais”, explica o aluno que coordena o projeto, Caio Vicêncio, de 16 anos.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem: Foto horizontal colorida. Sala de aula com alunos sentados em carteiras assistindo à palestra da engenheira Rosiani. Ela está em pé, com as mãos estendidas em tom explicativo, usa camiseta verde com a logo do projeto ao lado de uma tela com retroprojetor onde está escrito arborização urbana. Atrás dela há uma lousa.
Segunda imagem: Foto colorida na posição horizontal. Alunos e alunas da escola estão em ambiente externo, em pé, e um deles segura uma muda de árvore agachado no chão. Os adolescentes estão próximos a um berço aberto para o plantio. À direita, o estudante Caio Vicêncio segura uma enxada e observa o plantio.
Terceira imagem: Foto colorida na posição horizontal. Ao centro, o berço para plantio de uma árvore está aberto e o aluno João Hélio segura a muda, olha para a câmera, sorri e faz sinal positivo. Ao lado dele está a engenheira Rosiani e atrás um professor segurando uma enxada. Ao fundo há uma área verde e uma tela, à esquerda ferramentas de manejo da terra.
 
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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