MATO GROSSO
Sistema de Registro de Preço é tema de 7° encontro do ciclo de palestras sobre Nova Lei de Licitações
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Servidores de diferentes instituições foram capacitados em mais uma etapa do ciclo de palestras sobre a Nova Lei de Licitações (Lei 14.133/21), do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT). Nesta quarta-feira (17), o auditor federal do Tribunal de Contas da União (TCU) Sandro Bernardes abordou as mudanças no Sistema de Registro de Preços.
Pós-graduado em auditoria e professor em diferentes instituições, o palestrante participou das discussões que levaram à redação final do projeto que deu origem à nova Legislação. Na ocasião, ele destacou que este é um dos temas mais polêmicos quando se trata de compras públicas.
“O registro de preço não constitui uma nova modalidade de licitação. É um procedimento administrativo que se faz por diversos caminhos, como pregão ou concorrência. Então, ele sequer é uma novidade, mas veio mudando ao longo dos anos”, explicou Bernardes.
Transmitida pelo Canal da Corte de Contas no YouTube, esta foi a sétima qualificação do ciclo, que considera as modificações da contratação pública no Brasil decorrentes da revogação da Lei Geral de Licitações (Lei nº 8.666/1993), a Lei do Pregão (Lei nº 10.520/2002) e a Lei do RDC (Lei nº 12.462/2011).
O curso faz parte da proposta de gestão do presidente da Corte de Contas, conselheiro José Carlos Novelli, que prioriza a eficiência na gestão pública e a prevenção de erros por meio da qualificação de gestores. Para tanto, uma extensa programação vem sendo desenvolvida pela Escola Superior de Contas, sob supervisão do conselheiro Waldir Teis.
Clique aqui e confira a capacitação na íntegra.
Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: imprensa@tce.mt.gov.br
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Fonte: TCE MT – MT
MATO GROSSO
TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.
A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.
Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.
Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.
O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
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