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Setasc apresenta Ser Família Criança para nova gestão municipal de Poconé

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A Secretaria Estadual de Assistência Social e Cidadania (Setasc) apresentou, nesta sexta-feira (7.2), para a nova gestão municipal de Poconé as ações, equipes, facilitadores, monitores e logística do programa Ser Família Criança, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, e executado pela secretaria.

O evento, realizado na manhã desta sexta-feira, contou com a presença de 40 servidores municipais da Assistência Social de Poconé e teve como objetivo principal apresentar as equipes do programa e fortalecer o regime de colaboração entre o estado e o município.

Na ocasião, a secretária de Assistência Social e primeira-dama do município, Virginia Borin, ressaltou a importância do alinhamento entre as gestões para a continuidade e o sucesso do programa.

“É uma alegria receber a equipe da Setasc e conhecer de perto todos os detalhes do Ser Família Criança. Parabenizo a iniciativa e reafirmo o nosso compromisso em trabalhar em parceria com o Governo do Estado para fortalecer ainda mais esse importante programa, que transforma a vida de tantas crianças em nosso município,” disse Virginia Borin.

A primeira unidade do Programa Ser Criança iniciou suas atividades atendendo 400 crianças em situação de vulnerabilidade, oferecendo aulas de música, artes, dança, esportes e reforço das disciplinas, sempre em contraturno escolar, visando a melhoria na qualidade de vida dos alunos. Atualmente, o programa atende e beneficia mais de 500 crianças no município.

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A secretária adjunta de Programa e Projetos Especiais e Atenção à Família (Sappeaf), Juliane Antunes Maciel, destacou que a apresentação do programa para a nova gestão municipal é fundamental para garantir a continuidade e o sucesso do Ser Família Criança em Poconé.

“Essa ação de apresentação para a nova gestão é de extrema importância para alinharmos os objetivos e metas do programa, garantindo que ele continue a atender as crianças em situação de vulnerabilidade com excelência e promovendo o seu desenvolvimento integral”, ressaltou Juliane.

O Ser Família Criança em Poconé proporciona aos alunos oficinas lúdicas, cognitivas, esportivas e culturais, bem como serviços socioassistenciais, socioculturais, socioeducativos e psicológicos para crianças em situação de vulnerabilidade e alto risco social.

Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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