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Polícia Civil prende em Rondonópolis mandante de homicídio no Rio de Janeiro

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis (220 km de Cuiabá), em conjunto com Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) do Rio de Janeiro, prendeu, na última quarta-feira (12.3), um homem apontado como mandante do homicídio e da ocultação de cadáver de Felipe Lino, ocorrido em 25 de setembro de 2020, na Capital fluminense.

A captura ocorreu no campus da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), às margens da Avenida dos Estudantes.

Investigação e motivação do crime

De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, o suspeito teria planejado a morte de Felipe Lino após descobrir que ele supostamente mantinha um relacionamento amoroso com sua ex-mulher.

Em um plano premeditado, o suspeito teria ligado para Felipe Lino solicitando um serviço de manutenção em uma de suas lojas. Após comparecer ao local, o prestador de serviços desapareceu.

Dias depois, o corpo de Felipe Lino foi encontrado no bairro Grumari, próximo ao Recreio dos Bandeirantes. Com base nas investigações, a polícia identificou A.L.S.M. como o mandante do crime, dando início às buscas.

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Captura do foragido

Desde 2020, A.L.S.M. estava foragido e escondido em Rondonópolis. A Polícia Civil do Rio de Janeiro continuou monitorando o paradeiro do acusado até localizá-lo na cidade mato-grossense. A partir disso, foi montada uma operação conjunta com a DHPP de Rondonópolis, que resultou na prisão do suspeito na última quarta-feira (12.3).

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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