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Sesp-MT cria núcleo para fortalecimento de pesquisas científicas de segurança pública

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Os servidores e as universidades terão uma nova ferramenta de apoio em suas pesquisas científicas realizadas no âmbito da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). O Núcleo Pesquisa Científica (NPC) será o elo e foi apresentado durante o 1º Encontro de Socialização do Conhecimento Científico e Boas Práticas em Segurança Pública realizado nesta quinta-feira (15.12), em Cuiabá.

Responsável pelo NPC, Uelinton Peres de Souza disse que chegou para apoiar as pesquisas realizadas desde o processo de levantamento das informações até a publicação. “Nós vamos dar um trato científico daquilo que está sendo pesquisado dentro da Sesp, pois temos diversos estudos parados, que agora podemos dar apoio para publicação”, explicou.

A coordenadora de Aplicação, Desenvolvimento, Saúde e Segurança da Superintendência de Gestão de Pessoas da Sesp-MT, psicóloga Mônica Rodrigues de Sousa, destacou que o NPC vai fortalecer as pesquisas tanto dos servidores quantos das universidades e que a própria secretaria será beneficiada com os resultados das pesquisas científicas.

“O NPC também será responsável por dar suporte às universidades que irão fazer estudos no âmbito da secretaria e que posteriormente podem ser utilizadas por gestores para melhorias dos serviços prestados, aos servidores, da população em geral e população privada de liberdade”, destacou a coordenadora.

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Durante o evento foram apresentadas mais de 10 pesquisas de mestrado e doutorado realizadas por servidores da segurança pública nos últimos anos e que apresentam boas práticas. Dentre os estudos apresentados estão os relacionados à saúde dos servidores, comportamento e violência doméstica; e a iniciativa da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que reduziu de 45 para 17 dias o prazo de entrega de carteira de identidades no interior do estado. Outra pesquisa está relacionada ao uso da cúrcuma no tratamento dentário dos reeducandos da Penitenciária Central de Cuiabá.

Também o projeto do Sistema Socioeducativo que transformou a realidade dos adolescentes em conflito com a lei, que tiveram a oportunidade de ir ao cinema, estádio de futebol, teatro além de outros ambientes que eles não esperavam conhecer durante a internação no Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Cuiabá. 

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova projetos de apoio à agricultura familiar, saúde e educação em sessão ordinária

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (21), projetos voltados à agricultura familiar, saúde, educação e assistência social. Entre os destaques estão medidas de apoio aos produtores de queijo artesanal e à cadeia do leite.

Uma das principais discussões envolveu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 5/2026 , de autoria de Gilberto Cattani (PL), que susta os efeitos de decreto do Poder Executivo relacionado à regulamentação de produtos lácteos artesanais. Segundo o parlamentar, as regras dificultam a atividade das pequenas queijarias e aumentam os custos de comercialização.

Em entrevista concedida antes da sessão, Cattani afirmou que a regulamentação promoveu uma redistribuição tributária que estaria “penalizando os artesanais, ou seja, o pequeno produtor, a pequena queijaria, e beneficiando as grandes indústrias”. O líder do governo, Dilmar Dal Bosco (União), chegou a pedir vista da proposta, mas devolveu a matéria durante a sessão, permitindo sua aprovação por unanimidade. Da mesma forma, foi aprovado o PDL nº 1/2026 , também de Cattani, que susta a obrigação de envio mensal de dados sobre produção, industrialização e comercialização por agroindústrias familiares e de pequeno porte. 

O plenário aprovou ainda, em segunda votação, o Projeto de Lei (PL) nº 554/2025 , que altera critérios de representatividade dos produtores na administração do Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança Alimentar do Leite. 

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Por outro lado, foi rejeitado o PL nº 347/2022 , de autoria de Gilberto Cattani, que buscava facilitar o acesso à posse e ao porte de armas de fogo para mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas judiciais. Com a rejeição, a proposta segue para arquivamento. A matéria tinha parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

Saúde e educação— Entre as matérias incluídas na ordem do dia, os deputados aprovaram, em primeira votação, o PL nº 336/2026 , de Fábio Tardin (Pode), que garante a oferta de toucas hipotérmicas para reduzir a queda de cabelo de pacientes submetidos à quimioterapia na rede estadual. 

Na área de educação, o plenário aprovou o PL nº 1888/2025 , de Janaina Riva (MDB), que prevê a inclusão da carne suína na merenda escolar, com alternativa para estudantes com restrições alimentares. Foi acatada a Emenda nº 1 à proposta. Os deputados também aprovaram o PL nº 1975/2024 em segunda votação. A proposta institui uma campanha de desconexão das telas digitais, incentivando a redução do uso excessivo de celulares e redes sociais. “O nosso objetivo agora é criar uma campanha de desconexão das telas digitais e reforçar o trabalho que a escola vem fazendo, principalmente nas atividades extracurriculares”, afirmou Silva.

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Outras deliberações— Entre os projetos aprovados estão ainda o PL nº 4/2025 (segunda votação), de Eduardo Botelho (União), que institui a Política Estadual de Combate à Fome; o PL nº 619/2026 (primeira votação), de Max Russi (Podemos), que cria o Dia Estadual do Professor Indígena; e o PL nº 175/2025 (segunda votação, nos termos do Substitutivo nº3 ), também de Russi, sobre conectividade em comunidades indígenas e quilombolas.

Também foi aprovado, em primeira votação, o PL nº 1123/2026 , do Executivo, que autoriza a doação à União da Gleba Pelissoli II, em Santa Terezinha, para fins de regularização fundiária. 

Já o PL nº 795/2026 , que autoriza a contratação de empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal, foi retirado de pauta a pedido da liderança do governo. Também houve pedido de vista de Wilson Santos (PSD) em proposta que altera a delimitação da Área de Proteção Ambiental (APA) de Chapada dos Guimarães.



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