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SES realiza web aula sobre Vigilância em Toxoplasmose Gestacional e Congênita

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) realizará, nesta quarta-feira (07.12), das 8h às 17h, uma web aula sobre Vigilância em Toxoplasmose Gestacional e Congênita. A proposta é capacitar profissionais e estudantes da área da saúde pública e privada para aprimorar a assistência prestada à população.

Os interessados em participar da aula podem acessar o canal no YouTube da Escola de Saúde Pública de Mato Grosso (ESP-MT) neste link.

Serão discutidos, na capacitação, os aspectos gerais da toxoplasmose e o ciclo da doença; vigilância integrada para toxoplasmose; triagem neonatal; diagnóstico e tratamento da toxoplasmose gestacional e congênita; diagnóstico e tratamento da toxoplasmose ocular; vigilância epidemiológica para surtos de toxoplasmose; diagnostico em surto de toxoplasmose; surto de toxoplasmose e o acesso ao tratamento medicamentoso para a doença.

Sobre a doença

A toxoplasma é uma doença provocada pelo protozoário Toxoplasma gondii, que é transmitida aos seres humanos através das fezes de diversos animais contaminados pelo agente transmissor. Vários animais domesticados e de produção podem ser transmissores; os mais conhecidos são os gatos, mas a lista inclui bovinos, suínos, caprinos, aves, animais silvestres.

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No organismo humano, os protozoários se multiplicam e atacam todos os órgãos através do sangue, provocando infecção generalizada. Surgem deficiências neurológicas, inflamações nos olhos, complicações musculares, hepatites, pancreatites.

Já a toxoplasmose congênita ocorre quando a gestante tem ou teve a doença, podendo transmiti-la ao recém-nascido. O bebê pode apresentar complicações, como hidrocefalia, convulsões, atrofia cerebral, anemia, problemas no fígado e alterações oculares. Durante a gestação, a mulher deve fazer exames para detectar a doença e tratá-la, caso seja constatada.

Fonte: GOV MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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