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SES apoia 1º Congresso de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) apoia o 1º Congresso de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso, evento promovido pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems-MT) e realizado entre os dias 19 e 21 de março em Cuiabá. A solenidade de abertura do congresso ocorreu na noite desta terça-feira (19.03), no Centro de Eventos do Pantanal, e reuniu gestores da Saúde Pública do Estado.

No evento, a Superintendência de Atenção à Saúde da SES-MT mantém um estande fixo que apresenta e simula consultas do projeto de Saúde Digital. Além disso, gestores da pasta participarão de diversos debates previstos na programação oficial. 
 

O tema central do congresso é o “fortalecimento das gestões municipais de saúde para efetivar a universalidade, a equidade e a integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS)”.

Durante participação na solenidade de abertura, o secretário estadual de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo, enfatizou o papel de destaque que as gestões municipais exercem no SUS e destacou a parceria do atual Governo junto aos municípios. 
 

“De forma convergente, nós trabalhamos muito ao longo desses cinco anos para melhorar a assistência em saúde em Mato Grosso. Estamos completando 62 meses consecutivos de rigorosa adimplência com os repasses municipais. Pagamos a dívida que tínhamos com os municípios e ainda repassamos, em recursos complementares, mais de R$ 1 bilhão às gestões municipais para ajudá-las na assistência em saúde desse Estado. São dezenas de unidades de saúde sendo construídas com o apoio deste Governo, entre hospitais, policlínicas e pronto atendimento”, disse Gilberto.

Já o secretário municipal de Saúde de Itiquira e presidente do Cosems-MT, Flávio Alexandre dos Santos, destacou a parceria da SES-MT frente à realização do evento e às demais ações dos municípios.
 

“Não apenas para a realização deste, que é o 1º Congresso a reunir todos os municípios em função da gestão da saúde e de serviços, mas também nas ações cotidianas de saúde, nas pactuações, esse diálogo entre Estado e municípios precisa acontecer. Nós temos vivenciado nos últimos anos essa proximidade que, em outros governos, ficou fragilizada. Agora nós conseguimos caminhar, tanto que é nítido o avanço que se tem obtido na saúde municipal e estadual”, avaliou o presidente.

Para o gestor, a conduta do atual Governo reflete em grandes melhorias para a população. “O Estado entra como um parceiro que está de mãos dadas com os municípios, para fomentar ações, buscar soluções, discutir estratégias e não tomar decisões unilaterais. Isso tem levado a um resultado de sucesso, que a gente percebe pela melhoria da qualidade da saúde ofertada à população mato-grossense”, ponderou.
 

O secretário municipal de Saúde de Pirenópolis (GO) e presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Hisham Hamida, ressaltou a importância do evento.

“Congresso sempre é um momento de troca de experiências, de acolhimento entre os gestores, para que a gente possa dividir as nossas angústias, porque não é fácil fazer saúde. Esse evento mostra a representatividade do Cosems. Você tem a Secretaria Estadual, a Associação dos Prefeitos, o Ministério Público e são essas parcerias que nos fortalecem. Não dá para fazer saúde sozinho”, declarou.
 

Durante a solenidade de abertura do congresso, também houve a entrega oficial de certificações do Ministério da Saúde a sete salas de apoio à amamentação em Mato Grosso.

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Serviço

O 1º Congresso de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso é realizado entre os dias 19 e 21 de março no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. O evento é voltado para estudantes, gestores, profissionais de saúde e também para o público que tem interesse pelo assunto.

Nos três dias de evento, serão realizadas atividades como oficinas, mesas-redondas, exposição de 182 banners, apresentação oral de 32 trabalhos, estandes, lançamentos e entrega de premiações. Os assuntos vão desde a Nova Lei de Licitação, até o Imuniza SUS, as Políticas de Saúde, o Financiamento do SUS e a Saúde Mental.

A programação completa está disponível no site www.cosemsmt.org.br

*Com informações da assessoria de comunicação do Cosems-MT

Fonte: Governo MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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