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Sema-MT e Força Tática aplicam R$ 3 milhões em multas e apreendem três máquinas utilizadas em desmate ilegal

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Fiscais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), da Regional de Confresa, e a Força Tática da Polícia Militar multaram, nesta sexta-feira (02.06), infratores em R$ 3 milhões por desmatamento ilegal durante Operação Amazônia.

A operação aconteceu em propriedades rurais nas cidades de Bom Jesus do Araguaia e Querência e apreendeu três máquinas utilizadas no desmatamento ilegal em áreas já embargadas no bioma Amazônia, ou seja, para reincidência do crime ambiental. No total, a fiscalização retirou do local duas escavadeiras hidráulicas e um trator de esteira, e duas caminhonetes modelo F1000.

O diretor da regional, Edivaldo Soares Silva, destaca que a Sema fiscaliza constantemente alertas de desmatamento apontados por imagens de alta resolução, e denúncias enviadas pela população. Neste caso de reincidência, o Estado já havia atuado anteriormente os proprietários.

Retirar as máquinas dos infratores é uma estratégia do Estado para impedir a continuidade do crime ambiental. Mais de mil tratores foram apreendidos nos últimos quatro anos em operações ambientais.

Operação Amazônia

O Governo de Mato Grosso realiza a Operação Amazônia contra crimes ambientais, com foco nos municípios com maior índice de desmate ilegal. Mais de 200 servidores estão em campo, além de equipes de monitoramento remoto para promover a responsabilização de infratores. Em caso de desmatamento ilegal, o Estado aplica multas, embarga áreas e apreende máquinas.

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Quem se deparar com crime ambiental deve denunciar por meio do telefone 0800 065 3838, ou comparecendo em uma das nove diretorias regionais ou sede da Sema em Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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