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Sema-MT acompanha onça-parda atropelada na MT-358 e orienta sobre o que fazer em caso de acidentes com animais silvestres

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A Gerência de Fauna da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) acompanha o tratamento de uma onça-parda que foi atropelada por um veículo na MT-358, próximo à Cachoeira Salto das Nuvens, em Tangará da Serra, no domingo (13.08).

O motorista do veículo que causou o acidente resgatou o animal e o levou até o Corpo de Bombeiros no município de Tangará da Serra. Os bombeiros acionaram a Gerência de Fauna Silvestre da Sema, que encaminhou o felino para tratamento em uma clínica conveniada, em Cuiabá, onde passa por exames.

Apesar do socorro imediato, nesse caso, ter ajudado o animal, o gerente de Fauna Silvestre da Sema, Waldo Troy, orienta que, quem se deparar com animais silvestres em área urbana ou rural, deve acionar a Polícia Militar pelo 190 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193 para o resgate. “O procedimento é importante para evitar riscos desnecessários tanto a saúde tanto do animal como do cidadão”, destacou.

A orientação também é que os motoristas fiquem atentos sobre a possibilidade de animais na pista para evitar acidentes.

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Já o tamanduá-mirim foi resgatado na Escola Municipal Tenente Abílio da Silva Moraes, no Bairro 15 de Maio, em Várzea Grande, foi resgatada pelo Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental nesta quarta-feira (16.08).

O animal, uma fêmea adulta, foi entregue à Gerência de Fauna Silvestre da Sema, que realizou a soltura em Chapada dos Guimarães após avaliação médica, a qual constatou que o animal estava bem e apto a voltar ao habitat natural.

Em 2023, já foram realizadas 64 solturas, sendo 29 répteis, nove mamíferos e 26 aves. Os animais com maior número de soltura foram 12 jabutis, sete periquitos-de-encontros-amarelos, seis tracajás, quatro gambás, quatro jiboias e quatro corujas.

Fonte: Governo MT – MT

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Max Russi analisa ‘tarifaço’ americano contra lei estadual e garante que obrigação é defender MT

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Em entrevista à imprensa nesta quarta-feira (3), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), comentou as recentes pressões internacionais envolvendo uma legislação de Mato Grosso. A lei estadual aprovada pela ALMT, que impede a concessão de incentivos fiscais ou terrenos públicos para empresas que aderirem à Moratória da Soja, foi citada em uma investigação da “Seção 301” nos Estados Unidos, que sugeriu um novo ‘tarifaço’ de 25% sobre produtos brasileiros importados pelos americanos.

Longe de se mostrar intimidado com a reação estrangeira, o parlamentar celebrou o alcance e o impacto da medida adotada pelo Poder Legislativo mato-grossense.

“Essa discussão com os Estados Unidos, eu confesso que fiquei feliz por ter uma lei da Assembleia em referência mundial. Uma lei nossa aqui, aprovada por esse Parlamento, que deu fim à moratória da soja, incomodando o presidente dos Estados Unidos. Eles dizem que a gente não quer preservar, que tem que taxar. Mas a Assembleia Legislativa vai defender sempre Mato Grosso e o seu povo. Essa é a nossa obrigação”, afirmou Max Russi.

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Moratória– A Moratória da Soja vinha sendo criticada por lideranças políticas e do setor produtivo por travar a produção no estado, se sobrepondo às leis nacionais mesmo quando os agricultores cumpriam rigorosamente o Código Florestal brasileiro. A tese defendida pela Assembleia ganhou força jurídica e resultou em uma vitória no Supremo Tribunal Federal (STF).

Max Russi pontuou que os governantes estrangeiros estão cumprindo o papel de proteger seus próprios mercados, mas reforçou que Mato Grosso não aceitará intervenções externas que prejudiquem sua economia.

“O presidente dos Estados Unidos está certo em defender o país e os negócios dele. Mas nós precisamos defender Mato Grosso contra os EUA, contra a União Europeia ou contra qualquer país do mundo que queira intervir na nossa economia e prejudicar o agro, a indústria ou o comércio. Essa moratória inibia a nossa produção”, avaliou o deputado.

Por fim, Russi adiantou que o corpo jurídico do Parlamento já se prepara para novos embates em defesa dos interesses do estado na esfera federal. “Agora estamos entrando nessa outra pauta contra o Pará. É uma disputa difícil, assim como foi a da moratória, mas nós acreditamos na nossa Procuradoria, acreditamos no nosso direito e vamos fazer essa defesa com muita tranquilidade em Brasília”, concluiu.

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