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Projeto de Hip Hop leva oficinas gratuitas de danças e batalhas de rimas ao Cine Teatro Cuiabá

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O Cine Teatro Cuiabá, um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), recebe no domingo (16.3), a partir das 9h30, o projeto Hip Hop Freestyles, com oficinas gratuitas de danças e batalhas de Hip Hop.

“O evento se apresenta à comunidade como uma atividade cultural de lazer, conhecimento e conexão. Ele vai receber pessoas de todas as idades e gêneros, sendo um espaço de liberdade e realização para muitas pessoas”, ressalta o produtor Nicolas Miranda, também conhecido como Naiggaz.

O projeto aprovado na Lei Paulo Gustavo, por meio do Edital Viver Cultura – Expressões Artísticas da Secel, ofertará três oficinas: a de Jazz Funk, de Hip Hop e de Movimentos no Chão, que compreende técnicas e fundamentos do Floorwork aplicados ao Freestyle, com ênfase em transições suaves, controle de peso e fluidez nos movimentos de chão.

Além das oficinas, ocorrerá a batalha Hip Hip Hop Freestyle (rima feita no improviso), com premiações de R$ 1.500 para o 1º lugar; R$ 1.000 para o 2º e R$ 500 para o 3º.

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As atividades serão realizadas na Sala Anderson Flores do Cine Teatro, a partir das 9h30. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por este link aqui.

Outros eventos no Cine Teatro Cuiabá

Já no sábado (15.3), será realizado o Candlelight: Coldplay e Imagine Dragons, às 19 h, e o Candlelight: Clássicos do Rock, às 21h. Os dois eventos terão músicas ao vivo, além do espaço iluminado por um mar de velas, garantindo uma atmosfera incrível para quem assiste.

Os ingressos tanto do Candlelight: Coldplay e Imagine Dragons quanto do Candlelight: Clássicos do Rock podem ser comprados aqui.

* Supervisão de Cida Rodrigues

Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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