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Programa Corregedoria Participativa chega a Campo Novo do Parecis

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O Programa Corregedoria Participativa segue com seu objetivo de aprimorar a Primeira Instância do sistema judiciário de Mato Grosso. Nesta segunda-feira (15), a comitiva liderada pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, chegou a Comarca de Campo Novo do Parecis.
 
“A nossa vinda tem o intuito de conhecer a realidade das comarcas, de ouvir as demandas dos senhores, desafios e sugestões. Não estamos aqui para encontrar erros, mas sim para melhorar nossa performance. E para tanto queremos trabalhar em conjunto”, explicou o corregedor.
 
Para o juiz diretor do Fórum, Bruno César Singulani França, a vinda da Corregedoria é extremamente importante não só para analisar o que está sendo feito na comarca, mas também para aperfeiçoar a nossa prestação jurisdicional. “É um momento de troca, de orientação e uma oportunidade para trabalharmos de acordo o direcionamento do Poder Judiciário. É uma satisfação receber o corregedor e toda equipe”, afirmou.
 
A gestora judiciária, Elisangela da Silva Souza aproveitou a oportunidade para agradecer o corregedor por atender uma demanda dos servidores. “Acabei de retornar da capacitação sobre o OMNI, voltada para os gestores judiciários, uma solicitação antiga nossa. Agora é hora de multiplicar esse conhecimento. Gostaria de pedir a ampliação da capacitação para todos os servidores, pois os painéis são ferramentas importantes para o nosso dia a dia”, avaliou.
 
Encerrando a programação matinal foi realizada uma palestra sobre gestão de gabinete e secretária pelo juiz auxiliar da Corregedoria, Emerson Cajango, que interagiu com servidores e magistrados, e ainda discutiu os desafios enfrentados pelo Poder Judiciário na Comarca. Paralelamente Cajango e sua equipe conduzem as correições presenciais nas unidades judiciais, atendendo à determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
 
O evento contou ainda com a presença do coordenador da Corregedoria Flávio de Paiva, a juíza da Comarca, Claudia Anffe Nunes da Cunha, de maneira virtual o juiz, Agamenon Alcântra Moreno Junior que está atuando como juiz cooperador nas atividades correcionais e o juiz substituto de Tabaporã, Laio Portes Sthel.
 
Aproximação – No período vespertino, o corregedor, desembargador Juvenal Pereira, as juízas auxiliares Christiane da Costa Marques Neves, Cristiane Padim e o juiz diretor do Fórum, Bruno César Singulani França realizaram visitas institucionais ao prefeito de Campo Novo do Parecis, Rafael Machado, ao promotor, Luis Augusto Ferres Schimit e ao defensor público, Alison dos Santos Silva.
 
No encontro com o prefeito, a juíza auxiliar Christiane Neves, destacou o programa Família Acolhedora, que tem como objetivo prestar acolhimento mais adequado ao desenvolvimento das crianças e adolescentes por meio de cuidados temporários em casas de famílias.
 
“Já visitamos várias comarcas e sempre levamos informações sobre o programa a aqueles que ainda não implementaram. O Família Acolhedora é benéfico para o município, para as crianças e adolescentes e para sociedade em si. Alta Floresta é um dos município que o programa é um sucesso e Rondonópolis recentemente aprovou a lei e fixou o valor de um salário mínimo de auxílio as famílias”, argumentou a juíza auxiliar.
 
O prefeito elogiou a iniciativa e viu com bons olhos a implantação. “Mandando todas as informações vamos analisar, mas vejo que vale a pena, traz muitos benefícios”, afirmou Rafael Machado.
 
“Receber um corregedor no Ministério Público do nosso município é uma honra, significa uma proximidade que só fortalece as instituições e ao mesmo tempo nos sentimos acolhido. Estamos aqui para colaborar com o Poder Judiciário, Defensoria, a OAB e a sociedade em si”, declarou o promotor Luis Augusto.
 
“Foi ótimo o diálogo, nossas portas estão sempre abertas para trabalhamos em conjunto”, pontuou o defensor público, Alison dos Santos, ao agradecer pela visita.
 
Programa – Corregedoria Participativa busca, principalmente, fortalecer os vínculos entre o Poder Judiciário e a comunidade, fomentando a transparência e a participação cidadã nas atividades judiciais. A iniciativa visa garantir uma Justiça mais acessível e eficiente, considerando as especificidades e demandas de cada comarca.
 
A comitiva do Programa ainda é composta pelos juízes auxiliares Christiane da Costa Marques Neves, Emerson Cajango, e Cristiane Padim da Silva, que integrar a equipe da CGJ-TJMT desde a ascensão ao desembargo do magistrado Lídio Modesto da Silva Filho, que atuava na função. O juiz Jorge Alexandre Martins Ferreira, também acompanha o grupo e é o responsável pelas inspeções nas unidades prisionais.
 
Programação – A comitiva seguirá no município nesta terça-feira (16/04) e na quarta-feira (17/04), o Programa Corregedoria Participativa chegará em Tangará da Serra.
 
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Foto 1 – Comitiva do programa posa com servidores e magistrados em frente ao Fórum. Foto 2 – Corregedor e parte da comitiva visitam prefeitura.
 
Assessoria de Comunicação da Corregedoria-Geral da Justiça
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova projetos de apoio à agricultura familiar, saúde e educação em sessão ordinária

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (21), projetos voltados à agricultura familiar, saúde, educação e assistência social. Entre os destaques estão medidas de apoio aos produtores de queijo artesanal e à cadeia do leite.

Uma das principais discussões envolveu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 5/2026 , de autoria de Gilberto Cattani (PL), que susta os efeitos de decreto do Poder Executivo relacionado à regulamentação de produtos lácteos artesanais. Segundo o parlamentar, as regras dificultam a atividade das pequenas queijarias e aumentam os custos de comercialização.

Em entrevista concedida antes da sessão, Cattani afirmou que a regulamentação promoveu uma redistribuição tributária que estaria “penalizando os artesanais, ou seja, o pequeno produtor, a pequena queijaria, e beneficiando as grandes indústrias”. O líder do governo, Dilmar Dal Bosco (União), chegou a pedir vista da proposta, mas devolveu a matéria durante a sessão, permitindo sua aprovação por unanimidade. Da mesma forma, foi aprovado o PDL nº 1/2026 , também de Cattani, que susta a obrigação de envio mensal de dados sobre produção, industrialização e comercialização por agroindústrias familiares e de pequeno porte. 

O plenário aprovou ainda, em segunda votação, o Projeto de Lei (PL) nº 554/2025 , que altera critérios de representatividade dos produtores na administração do Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança Alimentar do Leite. 

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Por outro lado, foi rejeitado o PL nº 347/2022 , de autoria de Gilberto Cattani, que buscava facilitar o acesso à posse e ao porte de armas de fogo para mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas judiciais. Com a rejeição, a proposta segue para arquivamento. A matéria tinha parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

Saúde e educação— Entre as matérias incluídas na ordem do dia, os deputados aprovaram, em primeira votação, o PL nº 336/2026 , de Fábio Tardin (Pode), que garante a oferta de toucas hipotérmicas para reduzir a queda de cabelo de pacientes submetidos à quimioterapia na rede estadual. 

Na área de educação, o plenário aprovou o PL nº 1888/2025 , de Janaina Riva (MDB), que prevê a inclusão da carne suína na merenda escolar, com alternativa para estudantes com restrições alimentares. Foi acatada a Emenda nº 1 à proposta. Os deputados também aprovaram o PL nº 1975/2024 em segunda votação. A proposta institui uma campanha de desconexão das telas digitais, incentivando a redução do uso excessivo de celulares e redes sociais. “O nosso objetivo agora é criar uma campanha de desconexão das telas digitais e reforçar o trabalho que a escola vem fazendo, principalmente nas atividades extracurriculares”, afirmou Silva.

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Outras deliberações— Entre os projetos aprovados estão ainda o PL nº 4/2025 (segunda votação), de Eduardo Botelho (União), que institui a Política Estadual de Combate à Fome; o PL nº 619/2026 (primeira votação), de Max Russi (Podemos), que cria o Dia Estadual do Professor Indígena; e o PL nº 175/2025 (segunda votação, nos termos do Substitutivo nº3 ), também de Russi, sobre conectividade em comunidades indígenas e quilombolas.

Também foi aprovado, em primeira votação, o PL nº 1123/2026 , do Executivo, que autoriza a doação à União da Gleba Pelissoli II, em Santa Terezinha, para fins de regularização fundiária. 

Já o PL nº 795/2026 , que autoriza a contratação de empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal, foi retirado de pauta a pedido da liderança do governo. Também houve pedido de vista de Wilson Santos (PSD) em proposta que altera a delimitação da Área de Proteção Ambiental (APA) de Chapada dos Guimarães.



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