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Procon-MT alerta consumidores sobre golpes aplicados por e-mail

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O Procon Estadual de Mato Grosso, vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), reforça o alerta para e-mails falsos enviados a consumidores e fornecedores em nome do órgão. As mensagens são encaminhadas com os números de processo e protocolos, comunicando a abertura de reclamação contra uma empresa e solicitando comparecimento ao Procon para esclarecer os fatos e providenciar uma solução adequada e direcionando para links falsos para verificar dados da notificação.

Esses links podem conter vírus e causar danos ao computador ou à rede do usuário. Outro risco é ter acesso a dados privados dos consumidores.

A coordenadora de Atendimento e Orientação em exercício, Ana Rachel Gomes, explica que o Procon não envia links para acessar dados de processo em andamento, portanto, o consumidor não deve acessar esses links e sempre procurar um canal oficial do órgão para informações.

De acordo com a coordenadora, o golpe dos e-mails falsos em nome do Procon está acontecendo em várias cidades e estados do País. Em junho, o Procon-MT já havia alertado a população para esse tipo de golpe. Na quinta-feira (10.08), três pessoas procuraram o Procon para relatar que receberam esse tipo de e-mail.

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Ana Rachel destaca que essa é mais uma entre as diversas modalidades de fraudes virtuais. “Nunca acesse links recebidos por mensagens – e-mail, SMS, WhatsApp – e redes sociais, pois o risco de cair em um golpe é muito grande. Os Procons não cobram por seus serviços e não solicitam depósitos de valores por PIX ou outros canais”, ressalta a coordenadora.

Contato
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Todas as notificações do Procon-MT a consumidores e fornecedores são encaminhadas via sistema ProConsumidor (pelo domínio @proconsumidor.mj.gov.br) ou pelo e-mail: procon.processo@setasc.mt.gov.br. Outras formas de contato são pelo WhatsApp (65) 99228-3098 (apenas mensagem de texto) e correspondência enviada pelos Correios.

Fonte: Governo MT – MT

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CPI da Saúde quer perícia técnica sobre invasão cibernética que atingiu a SES

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Três meses após a ocorrência de um ataque cibernético que comprometeu sistemas e provocou a perda de dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES), o caso passou a ser alvo de questionamentos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Tanto que o presidente da comissão, deputado estadual Wilson Santos (PSD), nesta quarta-feira (3), apresentou requerimento ao governo do estado e à Empresa Mato-Grossense de Tecnologia da Informação (MTI), responsável pela gestão tecnológica da administração estadual, para prestar esclarecimentos.

O parlamentar quer acesso a informações detalhadas sobre a invasão hacker anunciada pelo governo, as medidas adotadas para contenção dos danos, os sistemas atingidos e os procedimentos de proteção e recuperação dos dados comprometidos. Segundo ele, a gravidade do episódio exige total transparência por parte dos órgãos envolvidos. “Essa CPI é importantíssima para revelar omodus operandidos crimes que aconteceram, especialmente durante a pandemia, dentro da Secretaria Estadual de Saúde. Essa pasta movimentou, nos últimos sete anos, quase R$ 30 bilhões. Os trabalhos da CPI avançam cada vez mais”, afirmou.

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O deputado também relacionou o episódio ao momento em que a comissão intensifica as investigações sobre a gestão da saúde pública estadual. Para ele, o fato da invasão ter ocorrido após a instalação da CPI levanta questionamentos que precisam ser esclarecidos.

 “Nós estamos colocando o dedo em uma secretaria que foi malconduzida nos últimos sete anos, onde houve malversação de recursos públicos em quantidades gigantescas. Os trabalhos da CPI avançam e coisas impressionantes começam a acontecer. Queremos saber sobre a destruição destes materiais por hackers. Vamos pedir uma perícia técnica federal neste assunto. Destruíram acervo e arquivos importantíssimos, coincidentemente logo após a Assembleia Legislativa ter instalado sua comissão”, declarou.

A perícia técnica, segundo o parlamentar, seria feita para apurar as circunstâncias da invasão e avaliar a extensão dos prejuízos causados ao patrimônio documental e aos bancos de dados da Secretaria de Saúde. “Esse é um fato gravíssimo, pois depois de três meses somente agora veio a informação sobre essa invasão. Nós não vamos parar, não vamos nos intimidar com os obstáculos e com as pedras neste caminho. Não tem sido fácil e nós sabíamos que não seria. Não é fácil esse trabalho, mas nós vamos prosseguir”, completou.

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O deputado também voltou a criticar a condução administrativa da SES nos últimos anos. Segundo ele, apesar da assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a Secretaria de Saúde e o Ministério Público Estadual, em maio de 2019, com o objetivo de reduzir pagamentos por indenização, a prática continuou sendo utilizada de forma recorrente. “Foi assinado um TAC para colocar um ponto final nos pagamentos por indenização. Mas aconteceu justamente o contrário. Até hoje a Secretaria de Saúde prioriza os pagamentos por indenização, evita realizar licitações e evita utilizar o instituto da dispensa de licitação”, comentou.

Operação Espelho –Dando continuidade aos trabalhos investigativos, a CPI da Saúde receberá, na tarde desta quarta-feira (3), às 14 horas, os delegados da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), José Ricardo Garcia Bruno e Henrique Trevisan. Eles foram responsáveis pela condução da Operação Espelho deflagrada em 2021 para apurar supostas irregularidades envolvendo contratos e pagamentos realizados pela Secretaria de Estado de Saúde.

 



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