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Primeiro juiz de Sinop Antônio Paulo é o entrevistado do Memórias no mês de abril

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Relatos de como uma decisão garantidora de Direitos Humanos prolatada em Rondonópolis conseguiu um empréstimo internacional para o Brasil e sobre o recadastramento eleitoral em tempo recorde na cidade de Sinop são algumas das histórias contadas no programa Memórias do Poder Judiciário deste mês de abril. O vídeo foi ao ar nesta sexta-feira (29 de abril) e traz como entrevistado o juiz aposentado Antônio Paulo da Costa Carvalho, que conversou com a desembargadora Helena Bezerra Ramos e a jornalista Fernanda Fernandes.

 
Carvalho concluiu os estudos em Direito e Ciências Sociais pela Faculdade de Direito de Sorocaba, em 1972. Ingressou na magistratura em 1985, jurisdicionando as comarcas de Sinop, Rondonópolis e Cuiabá. Antes, foi defensor público no Estado de Mato Grosso do Sul. É autor dos artigos ‘Crimes dolosos contra a vida em tempo de paz e o código penal militar’; ‘Crimes hediondos – por uma interpretação justa’ e a ‘Crise do mundo moderno’. Aposentou-se em 1998 da função de juiz, e hoje é advogado em São Paulo.
 
O programa Memórias do Poder Judiciário resgata fatos que retratam a história do Poder Judiciário de Mato Grosso por meio dos magistrados que criam, transformam e aperfeiçoam o sistema de Justiça estadual. Neste link você assiste aos programas anteriores.
 
 
 
 
Essa matéria post possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência. 
Fotografia quadrada e colorida. Na parte superior central a logo do Programa Memórias do Poder Judiciário, a foto do juiz Antônio Paulo da Costa Carvalho acompanhados do texto: Convidado: juiz Antônio Paulo da Costa Carvalho. Assista agora! Confira a entrevista completa no canal oficial do TJMT no YouTube. @TJMTOFICIAL. Assina a peça o logo do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
 
 
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

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“Preocupante porque está acontecendo uma CPI neste momento”, diz Max Russi sobre ataque hacker na SES

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Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (3), o deputado Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa, demonstrou forte apreensão com o ataque hacker que atingiu o sistema da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), que veio a público nesta semana. O parlamentar demonstrou preocupação com o momento em que a invasão ocorreu e com a segurança digital de outras áreas estratégicas do Executivo.

“Preocupante porque está acontecendo uma CPI neste momento, com informações que essa comissão precisa, e agora esse hacker invade. É muito alarmante porque, se conseguem invadir a Secretaria de Saúde e apagar tudo, imagine se entrarem na Secretaria de Fazenda. Olha o caos que nós vamos ter”, alertou Russi.

Diante do questionamento sobre a coincidência do ataque ocorrer justamente no período de instalação da CPI da Saúde, Russi afirmou que cabe à própria comissão investigar se há alguma correlação, embora, pessoalmente, acredite que ela não exista. “Respeito a posição do deputado Wilson Santos (PSD), e acho que a CPI precisa levantar isso. Mas o fato é que o Estado precisa ter backup dessas informações”, pontuou. O presidente da Casa de Leis garantiu ainda que a possível falta de dados digitais não vai travar as investigações.

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Cobrança –Max Russi cobrou um posicionamento mais firme do governo do estado na proteção de dados digitais e defendeu investimentos robustos em segurança cibernética. Ele lembrou que Mato Grosso possui uma empresa pública de tecnologia da informação (MTI) com profissionais qualificados que precisam de respaldo para blindar o estado.

Como exemplo de gestão preventiva, o deputado destacou que a Assembleia Legislativa mantém uma estrutura sólida e descentralizada para evitar apagões de dados. “O governo tem que investir em tecnologia, nós temos uma empresa pública do estado, que tem bons profissionais lá, e nós não podemos aceitar isso. A ALMT está preparada para esse tipo de problema, com backups mantidos em outros locais para evitar a perda de dados em incidentes”, explicou.

O parlamentar finalizou reforçando o impacto social da vulnerabilidade digital. “Nós vamos acompanhar isso de perto, ver esse desdobramento e entender como minimizar a situação. São muitas informações em jogo. Preocupa bastante, porque o estado possui outras secretarias que, se perderem seus bancos de dados, vão impactar diretamente o dia a dia e a vida do cidadão mato-grossense”, concluiu.

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