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Primeira-dama de MT destaca realização de sonho o lançamento de apartamentos em Campo Verde

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, acompanhada do governador Mauro Mendes e comitiva, afirmou ser a realização de sonho o lançamento da construção de apartamentos pelo SER Família Habitação, em Campo Verde, na quarta-feira (10.04). Virginia é a idealizadora do programa.

Por meio da categoria facilitada, serão construídos imóveis para atender a 576 famílias, que poderão adquirir 256 unidades nos Residenciais Florais Campo 1, ou 320 no Florais Campo 2.

“Somente em ações e serviços já foram investidos aqui mais de R$ 10 milhões. Ver o programa de habitação chegar à população campoverdense é a realização de um sonho. Estou feliz pela participação do município. Agradeço ao prefeito Alexandre e à primeira-dama Rosilei por abraçarem esse projeto tão importante”, disse Virginia Mendes.

“Desde o primeiro ano de mandato do governador Mauro Mendes, levei a necessidade que nós tínhamos de atender a população com um modelo de programa de habitação humanizado, então nasceu o programa SER Família Habitação. Ter um lar é fundamental por várias razões, como a sensação de pertencimento e segurança”, completou ela.

Virginia também agradeceu ao presidente da MT Par, Wener Santos. “A dedicação do presidente Wener e sua equipe foi fundamental para que o Governo tirasse o programa SER Família Habitação do papel, sou muito grata por sua atenção presidente”.

“Daqui a pouco mais de dois anos, eu não serei governador, a Virginia não será primeira-dama do Estado, mas será muito bom olhar para trás e falar poxa vida, a nossa jornada valeu a pena. São várias assistências que a Virginia de forma voluntária, e ela tem total atenção no programa de habitação junto com a secretária Grasielle na Setasc, com o presidente Wener na MT Par, e com as primeiras-damas dos municípios, para que os 142 municípios de MT tenham acesso”, afirmou o governador Mauro Mendes.

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Para a primeira-dama do município, Rosilei Borges, o olhar e o trabalho voluntário de Virginia Mendes tem proporcionado ações sociais inéditas em Campo Verde, como é o caso dos cursos de capacitação que estão sendo levados à zona rural.

“Através do olhar cuidadoso, carinhoso e humano da dona Virginia, esse município tem realizado atendimento à zona rural pela primeira vez na história por meio dos programas idealizados por ela. O SER Família com várias linhas, tem levado qualificação também para zona rural, porque nós entendemos as dificuldades de acesso que existem aqui. Eu quero dizer para a senhora muito obrigada, porque hoje nós estamos aqui ao lado de uma área onde serão construídos 576 apartamentos, nós sabemos que a casa própria é sonho de todo pai de família e de toda mãe”, disse Rosilei.

O prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, ressaltou a importância do programa habitacional e o trabalho voluntário da primeira-dama Virginia Mendes no projeto.

“A senhora é responsável por essa conquista, e essas unidades irão mudar a realidade de muitas famílias. A relação que os municípios têm com você representando o governador Mauro Mendes, tem realmente trazido muitas trocas com um Governo dedicado a uma gestão com uma política moderna”, destacou o prefeito.

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A população foi surpreendida com o anúncio do governador Mauro Mendes, que atendeu o pedido do prefeito, articulado por Virginia Mendes, com a liberação de mais de 280 novas unidades habitacionais para o município.

Além dos empreendimentos imobiliários, o governador Mauro Mendes inaugurou a Escola Técnica Estadual, com investimento de R$ 16,8 milhões; vistoriou as obras de reconstrução da Escola Estadual Jupiara; e assinou o convênio para construção da Delegacia da Polícia Civil, investimento de R$ 3,4 milhões.

“A escola técnica ficou linda, parabéns ao trabalho em equipe lideradas pelo secretário Alan Porto na Seduc em parceria com o secretário Alan Kardec na Seciteci. E na segurança pública quero destacar a atuação do secretário, cel. Cesar Roveri pelo empenho para garantir a segurança da população”, ressaltou a primeira-dama do Estado.

Participaram da comitiva: o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia; os deputados estaduais Beto Dois a Um, Diego Guimarães, Carlos Avalone; os secretários de Estado Grasielle Bugalho (Setasc), Cel. Roveri (Sesp), Cesar Miranda (Sedec), Alan Porto e Allan Kardec; e representando a Polícia Judiciária Civil (PJC), o delegado-geral adjunto Rodrigo Bastos.

Fonte: Governo MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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