CUIABÁ

MATO GROSSO

Presidente do TJ participa de Sessão Solene Especial na ALMT em homenagem aos oficiais de justiça

Publicados

MATO GROSSO

A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, participou na noite desta segunda-feira (4 de setembro) da Sessão Solene Especial realizada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso, requerida pelo presidente da Casa de Leis, deputado Eduardo Botelho, em homenagem aos Oficiais de Justiça pelo Dia Nacional da categoria, celebrado em 25 de março. Foram entregues Moções de Aplausos à categoria e também a magistrados da Corte Estadual, em agradecimento aos serviços prestados à classe.
 
“Os desembargadores e juízes, merecem essa homenagem pelos trabalhos realizados e os oficiais de Justiça que são baluartes, que fazem cumprir as determinações judiciais, também merecem ser lembrados”, pontuou o presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho.
 
Para a presidente do TJMT, é muito importante o reconhecimento social e o reconhecimento público. “Nós temos oficiais de Justiça, por exemplo, que já têm quase 40 anos de serviços prestados. Categoria muito importante, que representa os braços da Justiça que vão até o cidadão para fazer as comunicações dos atos judicias. E esse reconhecimento vem ao encontro do servidor de carreira, que se dedica, que faz desse ofício seu ganha pão e o faz com muita dedicação. E claro, que os magistrados sendo incluídos nesse dia de homenagens, é também uma forma de um olhar mais amplo para àqueles que labutam num cenário cada vez maior de litígios e de demandas. E que nós temos que fazer realmente uma boa atuação para que o cidadão receba uma resposta”, pontuou a magistrada.
 
A desembargadora Clarice Claudino também ressaltou a importância do papel do oficial de justiça como um agente pacificador. “Está em fase de finalização um projeto para transformar aquele oficial de justiça que tiver seu perfil, se sentir habilitado, fazer o curso e se preparar para ser também um mediador de conflitos. Muitas vezes esses profissionais absorvem o primeiro impacto no cumprimento das ordens judiciais dos mandados, e se ele estiver sendo habilitado pode ajudar na pacificação social de uma maneira espetacular. É um anseio da categoria de que possamos viabilizar tanto a formação, como também regulamentar esta atividade’, ressaltou.
 
O presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça de Mato Grosso, Jaime Osmar Rodrigues, afirma que o reconhecimento motiva a classe para aprimorar as atividades em prol do estado e da população, buscando sempre a Justiça e a igualdade. “Hoje são mais de 700 oficiais de justiça e nós nos sentimos honrados com essa homenagem, porque é a primeira que a Assembleia faz à categoria, um reconhecimento do presidente da Casa, e das autoridades do Tribunal de Justiça que estão presentes para comemorar conosco esse momento”, destacou.
 
Maria das Graças Faria foi uma das homenageadas, ela ingressou na carreira em 1987 e se sente feliz com a honraria. “Fui a primeira oficial de justiça mulher no estado e para mim e para todos oficiais é uma honra receber essa justa e merecida homenagem. Porque a gente costuma dizer que somos o juiz fora de sala, porque cumprimos a ordem do juiz lá fora levando o conhecimento do processo para as partes”, ressaltou.
 
O desembargador Rui Ramos Ribeiro, o corregedor-Geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva e o juiz auxiliar da corregedoria, Emerson Cajango, também receberam Moção de Aplausos em agradecimento aos serviços prestados à categoria dos oficiais de justiça de Mato Grosso.
 
#paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem 1: presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, durante sua fala às autoridades presentes. Ela usa blazer branco com blusa preta, acima dela aparece um telão com sua imagem projetada. Imagem 2: foto colorida na horizontal em que a presidente do TJ, segura a Moção de Aplausos entregue à ela pelo presidente da ALMT.
 
Eli Cristina Azevedo
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT 
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Governo entrega obras de modernização de unidade de tratamento psicossocial infantojuvenil
Propaganda

MATO GROSSO

Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

Publicados

em

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

Leia Também:  Participe da Consulta Pública e ajude a elaborar as metas nacionais do Poder Judiciário brasileiro

Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

Leia Também:  Servidores do Lacen são homenageados pelos serviços prestados durante a pandemia da Covid-19

“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA