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Presidente do TJ nomeia 20 servidores e reforça 1ª instância; neste ano já foram nomeados 89

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Nesta terça-feira (31 de maio), a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) lançou o primeiro episódio do novo programa “Explicando Direito”. Com periodicidade mensal, as apresentações são disponibilizadas no site da escola (esmagis.tjmt.jus.br) e também no YouTube, na página do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
 
Segundo o diretor-geral da Esmagis-MT, desembargador Marcos Machado, essa iniciativa pedagógica propicia o repasse de conhecimento de assuntos jurídicos e sociais por meio de apresentação de conteúdos de forma simples e acessível, visando à melhoria ou até mesmo à transformação de pensamentos e de relações humanas.
 
Nesta edição, o professor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), Fernando de Assis Alves, trata sobre a importância da formação de formadores de magistrados. Na videoaula, ele aborda aspectos como planejamento, estratégias, desenvolvimento de competências, avaliação, trabalho colaborativo, condução das aulas, autonomia e metodologias ativas.
 
Graduado em Pedagogia pela Universidade de Brasília, ele também é especialista em gestão pública e sociedade, mestre em Educação e Comunicação pela UNB e doutorando em Ciências da Educação pela Universidade de Lisboa.
 
“Uma das principais características do empreendedor é que ele corre riscos. Só que ele corre riscos calculados. E para o exercício docente, o planejamento é o controle dessas nossas variáveis. E trabalhar com metodologias ativas significa que eu tenho que tornar o aluno protagonista do processo de ensino aprendizagem”, salientou o professor.
 
De acordo com Fernando Alves, investir na formação de formadores é imprescindível. “No contexto geral, formação de formadores tem o intuito de aproximar o magistrado do desenvolvimento de competências que sejam significativas. A maior parte das competências que nós identificamos como necessárias são competências de média e alta complexidade, por isso a importância da inclusão dos métodos ativos”, observou.
 
“Convido a todos e todas para estarem fazendo os nossos cursos de formação, estamos sempre à disposição, a escola está cada vez mais fortalecida, a partir das gestões que percebem a importância da educação, a importância da escola e é nesse sentido que vamos estar sempre buscando: aperfeiçoar sempre e entender que nós não estamos aqui para competir com nada nem com ninguém. Estamos aqui única e exclusivamente para colaborar e em todo processo de ensino aprendizagem nós mais aprendemos do que ensinamos”, afirmou o professor.
 
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Foto1 – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição: Imagem retangular colorida em cinza e verde. A deusa da Justiça segura uma balança à esquerda. Ao centro, o dizer Explicando Direito e imagens de microfone, televisão e play. Assina a peça o logo da Esmagis-MT. Foto 2 – Professor vestido de cinza e branco dá aula. Ao fundo televisão apresenta logo da Esmagis. Em cima da televisão escrita com o nome Esmagis.
 
 
 
Lígia Saito
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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