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Postos de atendimento ao eleitor estão instalados nos Fóruns de Cuiabá e Várzea Grande

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Uma parceria firmada entre o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) proporcionou a implantação de dois postos de atendimento ao eleitor nos Fóruns de Cuiabá e Várzea Grande. Com isso, a região metropolitana da capital passa a ter cinco locais onde é possível regularizar sua situação eleitoral e assim participar das Eleições 2024. Segundo dados do TRE-MT, há 202.903 pessoas com o título cancelado em todo o estado, o prazo para o fechamento do cadastro eleitoral é até o dia 08 de maio.
 
Na manhã desta quinta-feira (18), a presidente do TRE-MT, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, esteve no Fórum de Cuiabá e conferiu de perto as instalações, o atendimento prestado e prestigiou o trabalho dos colaboradores que estão no trabalhando no posto eleitoral.
 
“Esse trabalho de mutirão, através desses postos de atendimento ao eleitor, facilitará ainda mais que os eleitores possam se organizar para resolver a sua situação junto à Justiça Eleitoral”, disse a presidente.
 
Nos postos de atendimento será possível realizar todos os serviços da Justiça Eleitoral como, por exemplo, emissão de título de eleitor, transferência de domicílio eleitoral, mudança de local de votação, cadastro biométrico, entre outros.
 
A vice-diretora do Fórum de Cuiabá, juíza Adair Julieta da Silva, avaliou positivamente a descentralização dos serviços da Justiça Eleitoral e reforçou como que a parceria deve fortalecer a democracia.
 
“Disponibilizar este espaço é muito importante porque, com a instalação deste local de atendimento, vai possibilitar às pessoas que aqui comparecem e também aos servidores façam a regularização do seu título eleitoral. Isso também contribui para o exercício e o fortalecimento da cidadania”, reforçou a magistrada.
 
A advogada Dione Milhomem estava com o título cancelado e conseguiu regularizar a sua situação eleitoral em poucos minutos. “Eu não compareci há três eleições e tive o meu título cancelado. O meu irmão me avisou que havia este posto de atendimento aqui no Fórum de Cuiabá e eu vim regularizar o meu título. Foi muito rápido e agora eu posso votar”, celebrou a advogada.
 
O senhor Belchior de Carvalho de 62 anos, sucateiro, estava há 8 anos com o título cancelado. Mas, quando precisou emitir o passaporte para realizar uma viagem internacional foi informado que deveria regularizar as pendências junto à Justiça Eleitoral. Ao andar pelo Fórum da capital, ele se deparou com o posto de atendimento e não pensou duas vezes.
 
“Foi muito bom encontrar o atendimento aqui dentro. Eu estava visitando um lote de um leilão de sucatas e parei aqui depois que me informaram que estavam fazendo esse serviço. Eu estou renovando para retirar o meu passaporte e porque é muito bom ter os documentos em dia”, declarou Belchior.
 
Serviço – Além dos postos de atendimento nos Fóruns de Cuiabá e Várzea Grande, também é possível regularizar as pendências eleitorais na Casa da Democracia, Assembleia Legislativa, Ganha Tempo Centro e CPA.
 
Veja os endereços e horários de atendimento abaixo:
1 – Casa da Democracia: atendimento das 7h30 às 13h30
Av. Historiador Rubens de Mendonça, 4750 – Centro Político Administrativo, ao lado do Parque Massairo Okamura.
2 – Ganha Tempo Centro: Atendimento das 08h às 17 horas
Travessa Paes de Oliveira, s/n – Centro – Ao lado da Praça Ipiranga.
3 – Ganha Tempo CPA: Atendimento das 08h às 17 horas
Rua Alenquer – Cpa I – Entrando no bairro, logo após o Estádio Verdinho.
4 – Assembleia Legislativa: Atendimento das 08h às 14 horas
Av. André Maggi, 6 – Centro Político Administrativo – Em frente ao Parque das Águas.
5 – Fórum da Capital: Atendimento das 12h às 18 horas
Av. Des. Milton Figueiredo Ferreira Mendes, S/n – Centro Político Administrativo
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 01: Eleitora assina documento enquanto atendente confere assinatura. A eleitora é uma mulher de pele preta, tem cabelos lisos e presos, usa uma camiseta azul com flores azuis e verdes. A atendente é uma mulher de pele preta, tem cabelos lisos e soltos, usa óculos e relógio dourado no pulso. Elas estão uma em frente a outra, separadas por uma mesa de atendimento e um computador. Foto 02: Desembargadora Maria Aparecida Ribeiro posa ao lado de servidora que acabou de regularizar o título. A desembargadora é uma mulher de pele clara, cabelos grisalhos, usa óculos grandes, colar e brinco dourados, blazer preto e camiseta vermelha. A servidora é uma mulher de pele parda, cabelos curtos e iluminados, usa óculos, cardigã listrado e blusa marrom. Ambas sorriem para foto. Foto 03: Senhor Belchior fala aos jornalistas. Ele é um homem de pele parda, cabelos brancos, usa boné e camiseta.
 
Laura Meireles / Fotos: Alair Ribeiro / Com informações TRE-MT
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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