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Polícia Militar deflagra operação ‘Éden’ na região Oeste de Cuiabá

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Para reforçar o policiamento ostensivo preventivo, a Polícia Militar deflagrou neste sábado (19) a operação ‘Éden’ em três bairros da região Oeste de Cuiabá. A ação tem como propósito inibir crimes de homicídios.

Conforme o comandante regional de Cuiabá (CR 1), tenente-coronel Jorge Luiz de Magalhães, a operação tem como base os apontamentos estatísticos da PM. “Nosso objetivo é auxiliar as ações da Secretaria de Segurança Pública na redução dos índices de homicídios. E, observando nossos dados operacionais, vimos que esses bairros apresentaram um número considerável de crimes dessa natureza”, explicou Jorge Luiz, salientando que a operação será continuada.

A primeira etapa foi realizada na região Sul da Capital, tendo como foco o bairro Pedra 90. Nessa segunda fase, o policiamento abrangeu 30 bairros que compreendem a área de trabalho do 10º Batalhão de Polícia Militar (BPM), tendo como alvos o Alvorada, Santa Izabel e Novo Terceiro.

A operação foi comandada pelo 10º BPM e contou com apoio operacional das unidades especializadas do Batalhão de Ronda Ostensiva Tática Móvel, Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário e Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

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Na ação foram empregados cerca de 30 policiais, dez viaturas, quatro motos e um helicóptero. “Esse reforço é fundamental para o sucesso da operação. São unidades especializadas, que dão um apoio logístico bem relevante ao nosso trabalho”, enfatizou o comandante do 10º BPM, Marco Antonio Guimarães. 

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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