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Polícia Civil deflagra operação contra grupo que planejava roubo e assassinato de empresário em Confresa

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa (1.060 km de Cuiabá), deflagrou nesta terça-feira (11.3), a Operação Olho Grande, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso que planejava executar um roubo a um estabelecimento comercial localizado na área central de Confresa.

As investigações apontaram que o crime teria sido encomendado por um empresário que é proprietário de outro estabelecimento do mesmo ramo de atuação e que também fica localizado em Confresa.

Um dos suspeitos de estar envolvido na ação criminosa era José Andrade Cavalcante, conhecido como Maranhão, foragido da Justiça, que foi morto em uma ação policial no dia 24 de janeiro de 2025, em Confresa.

Nessa primeira fase da operação, foram expedidas nove ordens judiciais, entre mandados de prisão e de busca e apreensão, em desfavor dos comparsas de José Andrade, bem como dos empresários apontados como mandantes da ação criminosa, que, mesmo com a morte de Maranhão, não se intimidaram e planejavam dar sequência no roubo.

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Diante das informações colhidas nas investigações, foram cumpridos mandados de prisão e busca e apreensão em Confresa, Barra do Garças, Santa Terezinha e no distrito de Santo Antônio do Fontoura. As ordens judiciais foram expedidas pelo Juiz da Comarca de Porto Alegre do Norte.

Olho Grande

O nome da operação, “Olho Grande”, foi escolhido pelo fato da ação criminosa ter sido motivada por inveja, cobiça, ganância, ambição, avidez e desejo.

O resultado esperado com a ação dos suspeitos era prejuízo financeiro e, principalmente, a execução de um dos proprietários do estabelecimento. Com isso, o empresário mandante iria se beneficiar do prejuízo causado e dominar o mercado do ramo na cidade de Confresa e região.

Desta maneira, a ação da Polícia Civil agiu justamente para desarticular a ação criminosa, evitar o prejuízo financeiro e o crime contra a vida. As investigações continuam para identificar outros envolvidos na ação criminosa.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova projetos de apoio à agricultura familiar, saúde e educação em sessão ordinária

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (21), projetos voltados à agricultura familiar, saúde, educação e assistência social. Entre os destaques estão medidas de apoio aos produtores de queijo artesanal e à cadeia do leite.

Uma das principais discussões envolveu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 5/2026 , de autoria de Gilberto Cattani (PL), que susta os efeitos de decreto do Poder Executivo relacionado à regulamentação de produtos lácteos artesanais. Segundo o parlamentar, as regras dificultam a atividade das pequenas queijarias e aumentam os custos de comercialização.

Em entrevista concedida antes da sessão, Cattani afirmou que a regulamentação promoveu uma redistribuição tributária que estaria “penalizando os artesanais, ou seja, o pequeno produtor, a pequena queijaria, e beneficiando as grandes indústrias”. O líder do governo, Dilmar Dal Bosco (União), chegou a pedir vista da proposta, mas devolveu a matéria durante a sessão, permitindo sua aprovação por unanimidade. Da mesma forma, foi aprovado o PDL nº 1/2026 , também de Cattani, que susta a obrigação de envio mensal de dados sobre produção, industrialização e comercialização por agroindústrias familiares e de pequeno porte. 

O plenário aprovou ainda, em segunda votação, o Projeto de Lei (PL) nº 554/2025 , que altera critérios de representatividade dos produtores na administração do Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança Alimentar do Leite. 

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Por outro lado, foi rejeitado o PL nº 347/2022 , de autoria de Gilberto Cattani, que buscava facilitar o acesso à posse e ao porte de armas de fogo para mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas judiciais. Com a rejeição, a proposta segue para arquivamento. A matéria tinha parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

Saúde e educação— Entre as matérias incluídas na ordem do dia, os deputados aprovaram, em primeira votação, o PL nº 336/2026 , de Fábio Tardin (Pode), que garante a oferta de toucas hipotérmicas para reduzir a queda de cabelo de pacientes submetidos à quimioterapia na rede estadual. 

Na área de educação, o plenário aprovou o PL nº 1888/2025 , de Janaina Riva (MDB), que prevê a inclusão da carne suína na merenda escolar, com alternativa para estudantes com restrições alimentares. Foi acatada a Emenda nº 1 à proposta. Os deputados também aprovaram o PL nº 1975/2024 em segunda votação. A proposta institui uma campanha de desconexão das telas digitais, incentivando a redução do uso excessivo de celulares e redes sociais. “O nosso objetivo agora é criar uma campanha de desconexão das telas digitais e reforçar o trabalho que a escola vem fazendo, principalmente nas atividades extracurriculares”, afirmou Silva.

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Outras deliberações— Entre os projetos aprovados estão ainda o PL nº 4/2025 (segunda votação), de Eduardo Botelho (União), que institui a Política Estadual de Combate à Fome; o PL nº 619/2026 (primeira votação), de Max Russi (Podemos), que cria o Dia Estadual do Professor Indígena; e o PL nº 175/2025 (segunda votação, nos termos do Substitutivo nº3 ), também de Russi, sobre conectividade em comunidades indígenas e quilombolas.

Também foi aprovado, em primeira votação, o PL nº 1123/2026 , do Executivo, que autoriza a doação à União da Gleba Pelissoli II, em Santa Terezinha, para fins de regularização fundiária. 

Já o PL nº 795/2026 , que autoriza a contratação de empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal, foi retirado de pauta a pedido da liderança do governo. Também houve pedido de vista de Wilson Santos (PSD) em proposta que altera a delimitação da Área de Proteção Ambiental (APA) de Chapada dos Guimarães.



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