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Podcasts da Rádio TJ, do Poder Judiciário, estão disponíveis no Spotify

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Os podcasts produzidos pela Rádio TJ, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, já estão disponíveis no Spotify, um serviço de streaming de áudio que permite ao usuário ouvir músicas, criar playlists, ver vídeos e, claro, ouvir podcasts.
 
Quem quiser conhecer o canal do TJMT na plataforma terá acesso aos episódios já editados do Programa Justiça Inclusiva. Nas entrevistas, magistrados falam de serviços e ações da Justiça Estadual que impactam diretamente a vida do cidadão.
 
Em um dos episódios, por exemplo, o desembargador Orlando Perri retrata a situação das unidades prisionais do Estado e mostra o que vem sendo feito para melhorar o sistema. Em outro, o juiz auxiliar da Corregedoria, Eduardo Calmon, apresenta os serviços prestados à sociedade pelos cartórios extrajudiciais.
 
Em breve também estarão disponíveis no streaming todos os podcasts do Explicando Direito, um programa da Escola Superior da Magistratura (Esmagis) que procura falar do direito de forma simples e objetiva, facilitando a compreensão do cidadão.
 
O Explicando Direito traz magistrados abordando temas como violência doméstica contra a mulher, Botão do Pânico, audiência de custódia, judicialização da saúde, direito agrário, situação dos adolescentes em conflito com a lei, conciliação e mediação, entre outros.
 
Disponibilizar os podcasts em um serviço de streaming que tem média mensal de 100 milhões de usuários em todas as plataformas é mais uma iniciativa da Justiça Estadual na busca para tornar mais simples e acessível a comunicação com a sociedade.
 
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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