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Podcast traz reflexão sobre como a tecnologia impacta todas as gerações

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A conexão formada pelo compartilhamento de experiências pode aproximar todas as gerações, não importando a idade, e a tecnologia é um ponto de encontro para isso acontecer. A reflexão foi feita pelo professor Ricardo Moreira, que coordena Ensino a Distância (EAD), na Escola Técnica de Tecnologia e Informação ETE/Seciteci, no 17º episódio do podcast Conecta Jovem, do Governo do Estado, que abordou os encontros das gerações nesse século e como a tecnologia acaba por ser o ponto comum entre as diferentes idades

“Esse encontro de gerações é muito legal. Cada um pega aquilo que é interessante para ele e aprende o que precisa. Os jovens trazem as experiências deles, e os mais velhos trazem os conhecimentos adquiridos com o passar dos anos. Hoje não tem como mais viver fora do ambiente de tecnologia e os jovens podem ajudar os adultos que não cresceram dentro dessa realidade a se inserir”, comentou Ricardo.

O podcast também abordou a volta do analógico, que vem conquistando os jovens que querem entender melhor como era na época dos pais e dos avôs. “A gente ouvia vinil e fita cassete lá nos anos 80 e 90. Muita gente nem viu isso. Aí veio migrando, passando pelo CD e chegando aos streamings. Agora, os jovens querem ouvir o som com um pouco mais de qualidade, querendo ouvir um pouco mais de detalhe e estão voltando para o vinil”, ponderou.

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Além desses temas, o episódio ainda abordou as características de cada geração, como elas são impactadas pela tecnologia, e como a modernidade revolucionou a forma de ensino em sala de aula.

O 17º episódio do podcast Conecta Jovem já está disponível no YouTube e Spotify.
 

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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