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Plano de Gestão de Riscos de TIC está implementado e operante no TJMT

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) publicou a Portaria nº 1248, em 14 de setembro, que instituiu o Plano de Gestão dos Riscos de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do Poder Judiciário no estado. Com isso, o Tribunal passa a ter uma metodologia a ser aplicada em cada departamento para a elaboração dos mapas dos riscos nos processos de trabalho da Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), reduzindo surpresas e prejuízos operacionais, otimizando os investimentos e fortalecendo as decisões em resposta aos riscos por meio de um processo gerencial.
 
O coordenador de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) do TJMT, Thomás Augusto Caetano, explica que o plano é implementado em ciclos nos quais são feitas avaliações das probabilidades de riscos, os impactos que acarretam e são estabelecidas medidas e controles para o tratamento desses riscos.
 
“Num ambiente em que a prestação jurisdicional está intrinsecamente ligada à TIC é importante que se planeje a proteção desses ativos de informação e de tecnologia para garantir a continuidade e qualidade dos serviços ao cidadão e ao público interno”, afirma o coordenador.
 
De acordo com o assessor de governança de TIC, Marco Parada, o Plano de Gestão foi elaborado de acordo com os riscos identificados e avaliados, pelos departamentos, como importante e de grande impacto se ocorrerem. “Nos baseamos em planos de gestão de outros tribunais mais experientes e tivemos o apoio da Coplan (Coordenadoria de Planejamento do TJMT) que nos ajudou a desenhar os fluxos e na formatação para que a presidência instituísse oficialmente o Plano de Gestão”, explica Parada.
 
Ele conta que com o Plano, o TJMT conseguiu obter o “grau de maturidade excelência no iGovTIC-JUD 2024”, que a intenção é revisar o plano anualmente e fazer os ajustes necessários. “Possivelmente para a versão do próximo ano, vamos mudar o foco e ao invés de analisar os riscos por departamento vamos fazer a análise por processo. Participamos de um curso há alguns dias e nos foi sugerido esse novo modelo de avaliação. Trabalhar o processo de atendimento ao cidadão ou ao advogado, de ponta a ponta”, explica ele.
 
O Plano é gerido pelo “Comitê de Governança de TIC” composto por juízes (as) auxiliares da presidência, vice-presidência e Corregedoria, diretora-geral do TJMT e coordenadores (as) de departamentos; e pelo “Comitê Gestor de TIC”, composto por coordenadores e diretores de departamentos, além de assessores de Governança e Planejamento.
 
Cabe ao Comitê Gestor validar e aprimorar o Mapa dos Riscos e avaliar a probabilidade, o impacto e a resposta adequada de cada risco do Mapa de Gestão dos Riscos em relação aos objetivos estratégicos e táticos de TIC, garantindo que os controles internos propostos sejam proporcionais ao risco e observem a relação custo-benefício.
 
Já ao Comitê de Governança cabe propor a declaração de “Apetite a Riscos de TIC” e encaminhar à presidência para institucionalização, aprovar e encaminhar o Plano de Gestão dos Riscos de TIC à presidência para institucionalização e aprovar o Mapa dos Riscos de TIC priorizado pelo Comitê Gestor de TIC.
 
O comitê decidiu na “Declaração de Apetite a Riscos”, que descreve o nível do risco que uma organização está disposta a aceitar, que os riscos aceitáveis de TIC são os classificados nos níveis baixo e médio, de acordo com as faixas estabelecidas no quadro Matriz dos Riscos de TIC do Plano de Gestão.
 
 
Incidente de Segurança – Para saber mais sobre o assunto ou reportar um incidente de segurança visite a página da Coordenadoria de Tecnologia de Informação (CTI) clique no link.
 
 
Marcia Marafon
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova projetos de apoio à agricultura familiar, saúde e educação em sessão ordinária

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (21), projetos voltados à agricultura familiar, saúde, educação e assistência social. Entre os destaques estão medidas de apoio aos produtores de queijo artesanal e à cadeia do leite.

Uma das principais discussões envolveu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 5/2026 , de autoria de Gilberto Cattani (PL), que susta os efeitos de decreto do Poder Executivo relacionado à regulamentação de produtos lácteos artesanais. Segundo o parlamentar, as regras dificultam a atividade das pequenas queijarias e aumentam os custos de comercialização.

Em entrevista concedida antes da sessão, Cattani afirmou que a regulamentação promoveu uma redistribuição tributária que estaria “penalizando os artesanais, ou seja, o pequeno produtor, a pequena queijaria, e beneficiando as grandes indústrias”. O líder do governo, Dilmar Dal Bosco (União), chegou a pedir vista da proposta, mas devolveu a matéria durante a sessão, permitindo sua aprovação por unanimidade. Da mesma forma, foi aprovado o PDL nº 1/2026 , também de Cattani, que susta a obrigação de envio mensal de dados sobre produção, industrialização e comercialização por agroindústrias familiares e de pequeno porte. 

O plenário aprovou ainda, em segunda votação, o Projeto de Lei (PL) nº 554/2025 , que altera critérios de representatividade dos produtores na administração do Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança Alimentar do Leite. 

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Por outro lado, foi rejeitado o PL nº 347/2022 , de autoria de Gilberto Cattani, que buscava facilitar o acesso à posse e ao porte de armas de fogo para mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas judiciais. Com a rejeição, a proposta segue para arquivamento. A matéria tinha parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

Saúde e educação— Entre as matérias incluídas na ordem do dia, os deputados aprovaram, em primeira votação, o PL nº 336/2026 , de Fábio Tardin (Pode), que garante a oferta de toucas hipotérmicas para reduzir a queda de cabelo de pacientes submetidos à quimioterapia na rede estadual. 

Na área de educação, o plenário aprovou o PL nº 1888/2025 , de Janaina Riva (MDB), que prevê a inclusão da carne suína na merenda escolar, com alternativa para estudantes com restrições alimentares. Foi acatada a Emenda nº 1 à proposta. Os deputados também aprovaram o PL nº 1975/2024 em segunda votação. A proposta institui uma campanha de desconexão das telas digitais, incentivando a redução do uso excessivo de celulares e redes sociais. “O nosso objetivo agora é criar uma campanha de desconexão das telas digitais e reforçar o trabalho que a escola vem fazendo, principalmente nas atividades extracurriculares”, afirmou Silva.

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Outras deliberações— Entre os projetos aprovados estão ainda o PL nº 4/2025 (segunda votação), de Eduardo Botelho (União), que institui a Política Estadual de Combate à Fome; o PL nº 619/2026 (primeira votação), de Max Russi (Podemos), que cria o Dia Estadual do Professor Indígena; e o PL nº 175/2025 (segunda votação, nos termos do Substitutivo nº3 ), também de Russi, sobre conectividade em comunidades indígenas e quilombolas.

Também foi aprovado, em primeira votação, o PL nº 1123/2026 , do Executivo, que autoriza a doação à União da Gleba Pelissoli II, em Santa Terezinha, para fins de regularização fundiária. 

Já o PL nº 795/2026 , que autoriza a contratação de empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal, foi retirado de pauta a pedido da liderança do governo. Também houve pedido de vista de Wilson Santos (PSD) em proposta que altera a delimitação da Área de Proteção Ambiental (APA) de Chapada dos Guimarães.



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