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Perita criminal de MT é selecionada para curso de política e estratégia da Escola Superior de Guerra

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Com carreira profissional e acadêmica entrelaçadas, a perita oficial criminal Patrícia de Cássia Valério Fachone foi a única servidora do Estado de Mato Grosso, entre os 91 candidatos,  aprovada para o curso de Altos Estudos de Política e Estratégia (Caepe) na Escola Superior de Guerra (ESP).

O curso, realizado de forma presencial, começará em fevereiro e se estenderá até 1º de dezembro deste ano, no Rio de Janeiro(RJ). Patrícia Fachone, que é perita criminal há 21 anos, está entre as 10 mulheres de diferentes instituições do país, militares e civis, selecionadas para essa especialização.

O objetivo do curso é preparar civis e militares do Brasil e de nações amigas para o exercício de funções de direção e assessoramento de alto nível na administração pública, em especial na área de Defesa Nacional.    

O público-alvo do curso são generais e oficiais superiores das Forças Armadas, Forças Auxiliares, além de civis indicados por instituições convidadas, à exemplo da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT).

Currículo

Doutora em Política Científica e Tecnológica pela Unicamp, Patrícia Fachone também tem mestrado na mesma área. Em 2016, ao retornar do doutorado, Patrícia assumiu a Coordenadoria de Projetos da Secretaria de Estado de Segurança Pública. Na Politec, foi diretora geral, coordenadora de pesquisa e desenvolvimento, entre outras funções. Desde 2019 ela atua no Núcleo Estratégico para Resultados (NGER) da Secretaria de Segurança Pública.

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Recentemente, recebeu o título de cidadã Ana Maria do Couto, ícone cuiabano de mulher à frente de seu tempo.

Fonte: GOV MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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