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Parque Estadual da Serra Azul e APA Pé da Serra intensificam monitoramento para evitar incêndios florestais no período de seca

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Equipes de vigilância e servidores do Parque Estadual da Serra Azul e da Área de Proteção Ambiental Pé da Serra, localizados em Barra do Garças (520 km de Cuiabá), intensificaram as ações de monitoramento para o controle de incêndios florestais no período de seca.

A fiscalização é realizada por meio da sala de monitoramento, que possui câmeras que foram dispostas de forma estratégica nas regiões de maior risco. Os equipamentos permitem a verificação de qualquer possível foco de calor, possibilitando o acionamento do Corpo de Bombeiros de forma imediata. Neste período de estiagem, as ações de vigilância acontecem em tempo integral.

Cristiane Schnepfleitner, gerente do Parque Estadual da Serra Azul, explica que a unidade de conservação está localizada em uma area de serra, o que facilita a propagação de incêndios. Por isso, exige atenção redobrada no período de estiagem.

“O monitoramento é muito importante. É o passo pilar da proteção de qualquer unidade de conservação e permite antecipar os riscos de danos, especialmente neste período de seca, permitindo uma resposta em tempo hábil para a contenção e combate dos focos de calor, chegando à responsabilização”.

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Para realizar o monitoramento, a gestão conta com o apoio do Corpo de Bombeiros, Ministério Público Estadual (MPE), Fundo Brasileiro Para a Biodiversidade (Funbio) e da empresa Infobarra.

*Texto com supervisão de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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