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Operação prende duas pessoas e autua cinco distribuidoras de bebidas em Cuiabá e Várzea Grande

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Cinco distribuidoras de bebidas foram autuadas e duas pessoas presas durante Operação Sonora, realizada, simultaneamente, em Cuiabá e Várzea Grande. Durante a força-tarefa, oito estabelecimentos comerciais foram vistoriados, após denúncias de poluição sonora.  

Em Várzea Grande, conforme dados do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), durante a 3ª edição, foram vistoriados seis locais na região dos bairros Cristo Rei e Parque do Lago.

Cinco estabelecimentos foram autuados por permitir som acima de 80 decibéis em espaços comerciais, quatro deles ainda por liberar o uso de narguilé em espaço público, que de acordo com a lei n° 1.083 de 2019 é proibido, e dois locais estavam com o alvará de funcionamento vencido.

Também foram abordadas oito pessoas e duas detidas por desacato e resistência.

Em Cuiabá, na 4ª fase da operação, dois locais no bairro Três Barras foram fiscalizados, mas, após teste, foi identificado que o limite estava dentro do permitido.

Ainda no bairro Três Barras, foram abordados 40 veículos, entre automóveis e motocicletas, sendo que 10 foram removidos por irregularidade diante do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

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As duas operações começaram na noite de sexta-feira e encerrou madrugada do sábado (02.07).  

A Operação Sonora é realizada pelo GGI e em Cuiabá juntamente com 3° Batalhão de Polícia Militar, Juizado Ambiental Volante (Juvam-MT), Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (SEMOB) e Ministério Público (MPE-MT).

Na cidade industrial, a ação contou com a Guarda Municipal, 25º Batalhão de Polícia Militar, Batalhão da PM de Proteção Ambiental, Corpo de Bombeiros e a Prefeitura Municipal de Várzea Grande. 

Fonte: GOV MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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