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Operação Lei Seca resulta em prisão de oito motoristas dirigindo sob efeito de álcool em Cuiabá

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Oito motoristas foram presos por embriaguez ao volante durante a 42ª edição da Operação Lei Seca 2023, que começou na noite de quinta-feira (20.04) e terminou madrugada desta sexta-feira (21.04), na Avenida Isaac Póvoas, no Bairro Popular, em Cuiabá. Durante a ação, coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT), foram aplicados 127 testes de alcoolemia.

As forças de segurança fiscalizaram ao todo 123 veículos. Destes, 51 foram autuados e 43 removidos por irregularidades, sendo 41 carros e duas motocicletas.

Houve ainda a emissão de 57 Autos de Infração de Trânsito (AITs), sendo 16 por condução de veículo sob efeito de álcool, 11 por recusar-se a realizar o teste de alcoolemia, quatro por direção sem possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 19 por conduzir carro ou moto sem registro ou não licenciado, entre outros motivos.

Esta edição da Operação Lei Seca contou com as forças de segurança do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPTran), da Delegacia Especializada de Trânsito (Deletran), Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), do Socioeducativo, Polícia Penal e do Corpo de Bombeiros Militar (CBM).

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Fonte: Governo MT – MT

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TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas

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Foto: Alair Ribeiro/TCE-MT

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.

A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.

Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.

Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.

O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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