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Operação Lei Seca resulta em 28 prisões por embriaguez em Várzea Grande e Sinop

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Operação de Lei Seca realizada em Várzea Grande e Sinop (480 km da Capital), na madrugada e na noite de domingo (28.05), resultou na prisão de 28 pessoas por embriaguez. Ao todo foram realizados 224 testes de alcoolemia.

A 58ª edição do ano, em Várzea Grande, ocorreu na Rua da Guarita, no bairro Vila Arthur, a partir das 17h. Foram realizados 129 testes de alcoolemia, sendo que três pessoas apresentaram sinais de embriaguez e foram detidas.

Durante a operação também foram emitidos 63 Autos de Infração de Trânsito (AIT) e removidos 45 veículos, sendo 40 carros e 5 motocicletas.
Já em Sinop, a 6ª Operação Lei Seca foi realizada simultaneamente nas avenidas das Figueiras e Magda Pissinatti, no bairro Santa Cecília, a partir de 2h. Foram realizados 95 testes de alcoolemia e 25 pessoas foram detidas por sinais de embriaguez.

Além disso, foram lavrados 149 Autos de Infração de Trânsito (AIT) e removidos 53 veículos, sendo 35 carros e 18 motocicletas.

As operações foram realizadas por agentes de órgãos de de trânsito e de forças policiais municipais e estaduais. Participaram das operações o Gabinete de Gestão Integrada (GGI), Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da PMMT, Deletran, Detran, Ciretran, Polícia Penal, Socioeducativo, Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Politec e Guardas Municipais.

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Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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