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Mais de 1.000 atletas participam da 6ª Corrida do Judiciário

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Desafio, superação e conquistas. Estas são algumas palavras que descrevem um pouco do que os 1.100 atletas da 6ª Corrida do Judiciário do TJMT sentiram na manhã deste domingo (10 de novembro), com a largada em frente ao Fórum de Cuiabá. O evento, idealizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso e realizado pela Associação Mato-grossense de Magistrados (Amam), promoveu a integração de servidores(as), magistrados(as) e população, como um incentivo à qualidade de vida.
 
“Além de fomentar um estilo de vida mais saudável, foi uma grande oportunidade de comunhão, de entrosamento do público interno e com o externo. Uma grande festa, uma adesão fantástica que nós só agradecemos. Correr, caminhar é saúde, é esse clima de alegria. Tudo isso faz com que o Judiciário possa ter mais proximidade com a população. Com toda essa adesão das pessoas de fora conseguimos fazer uma festa muito bonita em prol da saúde”, observou a presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva.
 
Para o organizador do evento, o desembargador Rodrigo Roberto Curvo, o objetivo de promover a inclusão e integração foi alcançado. “Neste ano também tivemos uma caminhada de 3 km, além da corrida de 6 km. O evento já é uma tradição e o nosso propósito é estimular a qualidade de vida, a prática esportiva, mas, sobretudo essa integração dos servidores, dos magistrados e população”, comemorou o desembargador.
 
O compromisso com o esporte de Tatiane Bussiki, servidora do TJMT, resultou na 1ª colocação na categoria servidor Geral Feminino, com um tempo de 26 minutos e 10 segundos. Apaixonada por esportes, a vencedora celebrou mais uma conquista para o seu quadro de medalhas. “Sou triatleta e esta é a terceira vez que participo da Corrida do Judiciário. Esta edição trouxe um percurso inovador, com o trajeto no Parque das Águas, onde pudemos ter uma visão muito linda. A organização está de parabéns, encontramos toda estrutura necessária”, destacou.
 
Com o tempo de 19 minutos e 46 segundos, João Brenno de Moraes Almeida concluiu os 6 km da prova de corrida e conquistou a 1ª colocação na categoria Pública Geral Masculina. Já com o troféu em mãos, ele fez questão de destacar o compromisso da organização com a segurança dos atletas. “Ter a companhia dos batedores durante o percurso foi ótimo e emocionante. Os pontos de hidratação estavam bem localizados e a estrutura estava excelente”, afirmou.
 
O 1º lugar na categoria PCD masculino foi para Daniel Nascimento, que completou o trajeto em 24 minutos e 04 segundos. O percurso foi desafiador para o atleta já experiente na modalidade a qual compete com uma cadeira de rodas adaptada. Para ele, a Corrida do Judiciário foi uma ótima oportunidade para avaliar o seu desempenho e preparar para competições maiores.
 
“Em 2023 fiquei parado e eu estou voltando agora e ainda tenho que melhorar muito para diminuir o tempo. Então, este percurso foi bom na preparação para os próximos eventos que estou focado, por exigir mais esforço e isso ajudou muito na preparação”, completou.
 
Além da Corrida o Programa Verde Novo também fez distribuição de mudas de árvores nativas do Cerrado e o Corpo de Bombeiros refrescou os participantes com um banho de mangueira.
 
Premiação – Na categoria público geral, os três primeiros competidores (feminino e masculino) que cruzaram a faixa de chegada receberam troféus, mais uma premiação em dinheiro, sendo R$ 800 (1º lugar), R$ 600 (2º lugar) e R$ 400 (3º lugar). Os primeiros atletas PCD’s (feminino e masculino) também ganharam troféus e prêmio de R$ 200.
 
Já na categoria servidor ou magistrado do TJMT, a premiação foi a entrega do troféu da corrida para os cinco primeiros colocados.
 
Parceiros e presenças – O evento também contou com a parceria da Federação Mato-grossense de Atletismo, Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob) e Polícia Militar (PMMT).
 
Também participaram do evento as desembargadoras Maria Erotides Kneip (vice-presidente do TJMT) e Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo. Os desembargadores Juvenal Pereira da Silva (corregedor-Geral da Justiça) e Hélio Nishiyama.
 
A corrida também contou com a presença dos juízes (as) Maria Rosi de Meira Borba (presidente da Amam); Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli; Christiane da Costa Marques Neves; Patricia Ceni dos Santos; Jorge Alexandre Martins Ferreira; Hanae Yamamura de Oliveira; Renata do Carmo Evaristo Parreira; Luis Otávio Pereira Marques; Hugo José Freitas da Silva; Cláudia Anffe Nunes da Cunha; Jacob Sauer; Ângelo Judai Junior; Ramon Fagundes Botelho; Luiz Antônio Muniz Rocha; Fernanda Mayumi Kobayashi; Raisa Tavares Pessoa Nicolau; e Glauber Lingiardi Strachicini. 
 

 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem1: Um grupo de pessoas está reunido na linha de partida de uma corrida. Alguns indivíduos estão em cadeiras de rodas, enquanto outros estão em pé. Eles estão vestindo roupas esportivas e muitos têm babadores de corrida com números. Imagem 2: A imagem mostra a presidente, vice-presidente, corregedor, desembargador Rodrigo Curvo e desembargador Hélio Nishiama no palco, entregando um dos prêmios para uma mulher. Eles sorriem apra foto. Imagem 3: O vencedor da categoria PCD masculino, Daniel Nascimento. Ele está na cadeira de rodas, usa roupa de corrida preta, óculos de sol e capacete.
 
Priscilla Silva/ Ednilson Aguar e Lucas Figueiredo
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa!tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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95 anos da padroeira do Brasil; entenda

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Em 1717, Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso navegavam pelo Rio Paraíba do Sul, no estado de São Paulo. Após diversas tentativas frustradas de pesca, os homens encontraram uma imagem de barro que estava submersa. Ao retirá-la da água, perceberam que se tratava de uma imagem da Virgem Maria, mais precisamente, da Imaculada Conceição. Passaram a chamá-la, então, de Aparecida.

O achado foi um marco na vida dos pescadores, que começaram a relatar graças e milagres atribuídos à intercessão da Virgem. A fama da imagem se espalhou, atraindo devotos que vinham em romarias de diversas partes do Brasil. Mais de dois séculos depois, em 1930, o papa Pio XI assinou o decreto que proclamou Nossa Senhora Aparecida padroeira do Brasil.

A cerimônia solene aconteceu apenas em 1931, no Rio de Janeiro, então capital federal, diante de cerca de 1 milhão de pessoas. À época, foi lido publicamente o decreto pontifício que declarava a Virgem Maria, sob o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, padroeira da nação brasileira. No mesmo dia, foram acrescentadas ao manto que veste a imagem as bandeiras do Brasil e do Vaticano.

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Décadas depois, em 1980, durante a primeira visita do então papa João Paulo II ao Brasil, o dia 12 de outubro foi oficialmente instituído como feriado nacional em honra à padroeira do país. Desde então, cerca de 10 milhões de peregrinos visitam todos os anos o Santuário Nacional de Aparecida, no estado de São Paulo, com o objetivo de renovar a fé e confiar intenções à Virgem Maria.

Para dom Vilson Dias de Oliveira, bispo emérito de Limeira (SP) e membro da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida transcende as fronteiras do território brasileiro e se apresenta como “farol espiritual” no horizonte do catolicismo universal. Em carta, ele destaca a solicitude da santa pelos pequenos e pobres.

“O achado da pequena imagem nas águas do Rio Paraíba do Sul não inaugurou apenas um capítulo na história da fé nacional, mas inscreveu no patrimônio da Igreja um acontecimento profundamente teológico: a manifestação da solicitude de Maria pelos pequenos, pelos descartados e pelos continentes que buscam a sua libertação e unidade no Evangelho de Cristo”, escreveu.

O religioso avalia que, para a América Latina como um todo, a devoção a Nossa Senhora Aparecida guarda “ressonância singular e profética”.

“O continente latino-americano, marcado por feridas históricas de desigualdade, mas iluminado por uma piedade popular fervorosa, encontra na Virgem de barro negro a expressão viva do rosto da própria Igreja continental.”

No documento, o bispo emérito avalia que a figura da Virgem Aparecida atesta para o mundo que Deus prefere manifestar sua grandeza por meio do que é frágil e humilde. A pequena imagem quebrada, recolhida do fundo das águas por mãos de pescadores simples, segundo ele, recorda que a verdadeira evangelização “nasce do amor encarnado na realidade concreta dos povos e das suas culturas”.

“Que as comunidades espalhadas por todo o Brasil e pelos países irmãos da América Latina não temam dar este passo audacioso. Diante dos desafios sociais, econômicos e espirituais que marcam o nosso tempo, a Virgem Aparecida nos recorda que Deus continua a realizar suas maiores maravilhas por meio dos humildes e organizados em comunidade”, concluiu dom Vilson Dias de Oliveira.



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