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Governo de MT licita asfaltamento de mais 54 km da MT-242

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) está com licitação aberta para asfaltar mais 54 quilômetros da MT-242, no município de Brasnorte, na região norte de Mato Grosso.

A primeira sessão do processo foi realizada nesta semana e o orçamento inicial para realizar a obra é de R$ 106,2 milhões.

Com o objetivo de dar mais celeridade, a obra está dividida em três lotes. O trecho que será asfaltado sai de Brasnorte em direção ao distrito de Brianorte, em Nova Maringá.

A MT-242 é uma das principais rodovias que cortam Mato Grosso de leste a oeste. A estrada sai da BR-163, na altura de Sorriso, e passa por Ipiranga do Norte, Itanhangá, distrito de Brianorte, até chegar na MT-170 em Brianorte. Desta forma, é uma importante ligação entre o Noroeste e Oeste mato-grossense com a BR-163, passando por alguns dos principais municípios produtores do Estado.

Desde 2019, o Governo de Mato Grosso já asfaltou 112 km desta rodovia, investindo R$ 103 milhões no total. As obras são fruto de quatro contratos executados pela Sinfra, sendo que um deles foi iniciado em 2014, mas retomado e concluído apenas pela atual gestão.

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A Sinfra ainda está aprovando os projetos para asfaltar os 70 km restantes da rodovia, completando a ligação entre Brasnorte e a BR-163.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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