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“Governador nos deu segurança no campo e na cidade”, afirma presidente do Sindicato Rural

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O presidente do Sindicato Rural de Primavera do Leste, Marcos Bravin, afirmou que o Governo de Mato Grosso tem atuado de forma efetiva na segurança dos municípios e das áreas rurais.

Bravin e representantes de associações e sindicatos rurais estiveram ao lado do governador na abertura da Farm Show, nesta terça-feira (12.03), em Primavera do Leste, considerada a maior feira do agronegócio em Mato Grosso. 

“Com a política de tolerância zero com as invasões, o governador nos deu mais segurança no campo e na cidade. Poucos governadores do Brasil tiveram essa coragem. Foi um ano de estresse hídrico, com menos produção e com o preço das commodities caindo. Se não houvesse essa segurança, o que seria dos produtores rurais de Mato Grosso? Então, só tenho a agradecer em nome de todos”, afirmou o presidente. 

O presidente da Farm Show, José Nardes, destacou a capacidade do governador em solucionar os desafios trazidos pelo setor agro.

“Foi um ano muito difícil, mas nós nunca tivemos preocupação com a segurança no campo. Isso não tem preço que se pague. Obrigado, governador, e esteja sempre conosco acompanhando nosso crescimento”, enfatizou. 

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O prefeito de Primavera e presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Léo Bortolin, ressaltou a relevância da Farm Show, e também de todos os investimentos realizados pelo governo na cidade, na ordem de R$ 116 milhões, que garantiram o crescimento do município nos últimos cinco anos.

“Quando as empresas conhecem Primavera por meio da Farm Show e encontram um Estado que recuperou a capacidade administrativa, que deu segurança jurídica ao empresário e uma série de outros subsídios, isso tudo impulsiona o agronegócio e atrai grandes redes do mercado”, disse. 

Agenda em Primavera

Em agenda em Primavera do Leste, nesta terça-feira (12.03), o governador Mauro Mendes visitou  a sede do Centro de Treinamento da Seleção Brasileira de Canoagem, onde assinou um convênio de R$ 378 mil para subsidiar as despesas com treinamentos dos atletas, incluindo logística, moradia e alimentação. O objetivo é prepará-los para o mundial e olimpíadas da modalidade.  

Durante a abertura da Farm Show, o governador assinou convênio com a prefeitura de Primavera do Leste para construção da Escola Estadual Buritis, um investimento de R$ 10 milhões pelo Governo do Estado. 

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Acompanharam a comitiva do governador o deputado estadual Beto Dois A Um; os secretários de Estado Fábio Garcia (Casa Civil), César Roveri (Sesp), Jefferson Neves (Secel) e Alan Porto (Seduc); o presidente da MTPar, Wener Santos; o presidente da Famato, Vilmondes Tomain; o presidente da Aprosoja Brasil e da Aprosoja MT, Antonio Galvan e Lucas Beber; o superintendente do Senar MT, José Luiz Fidelis; além de autoridades locais, representantes de associações e sindicatos rurais.

Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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