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Gefron apreende 75 quilos de pasta base e cloridrato de cocaína

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Policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreenderam, aproximadamente, 75 quilos de drogas, sendo 65 quilos de pasta base de cocaína e 10 de cloridrato de cocaína, durante patrulhamento realizado na madrugada deste sábado (04.03), no município de Porto Espiridião (326 km a Oeste de Cuiabá).

A apreensão fez parte da Operação Horus – Guardiões de Fronteiras, de combate aos crimes transfronteiriços realizada no Estado. O prejuízo ao crime organizado é estimado em mais de R$ 1,4 milhão.

Durante patrulhamento em uma região de mata localizada no município, a equipe se deparou com quatro indivíduos caminhando pela região de mata densa no município e carregando nos ombros alguns fardos, também conhecidos como “cangas” e que são usados pelas chamadas “mulas humanas” para o transporte de drogas.

Neste momento, foi emitida ordem policial de parada, mas os suspeitos não obedeceram e atiraram contra a equipe policial, que de imediato reagiu contra a injusta agressão. Posteriormente, os suspeitos fugiram do local.

Imediatamente, foram realizadas varreduras e buscas na região, na tentativa de prender os suspeitos, sendo localizadas quatro “cangas” contendo o cloridrato de cocaína, uma substância pura forma de um sal sem presença de impurezas ou adição de outros componentes usados no preparo para o comércio, e a pasta base de cocaína, somando aproximadamente 80 quilos de entorpecentes.

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Também foram encontradas 400 munições de fuzil calibre 7.62mm.

A droga e as munições foram encaminhadas para a Delegacia Especial de Fronteira para as devidas providências.  

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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