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Fórum de Várzea Grande terá espaço adequado para atendimento da população

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O Poder Judiciário de Mato Grosso inaugura nesta sexta-feira (1º de julho) a sede do novo Fórum da Comarca de Várzea Grande. Em um só local estarão as varas e os juizados especiais, o que vai facilitar o acesso ao cidadão e cidadã. Um espaço moderno, acessível, sustentável e adequado para o atendimento e prestação de serviços à população várzea-grandense.
 
A obra foi totalmente construída pelo Judiciário estadual na região do Chapéu do Sol e conta com sistema de reutilização de água e sistema próprio de tratamento de esgoto atendendo as determinações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
 
Várzea Grande é a segunda maior comarca do Estado. O primeiro fórum foi instalado no dia 18 de dezembro de 1984, ou seja, há 38 anos. Uma estrutura que atualmente não comporta mais o crescimento da demanda em virtude do desenvolvimento da cidade, também a segunda maior de Mato Grosso, com aproximadamente 300 mil habitantes.
 
O novo Fórum representa um grande ganho no desenvolvimento para a região.
 
Estrutura – É um espaço totalmente adaptado à atual realidade, com possibilidade de expansão. Na edificação há capacidade para 22 varas, além do Tribunal do Júri, rampas, elevadores, estacionamento para servidores e público externo, com 260 vagas, cantina e acesso restrito à carceragem para as salas de audiência.
Além disso, nova sede conta com espaço apropriado para equipe multidisciplinar fazer atendimento das partes nos processos.
 
A localização é de fácil acesso e haverá disponibilização de linhas de transporte coletivo e intermunicipal e policiamento. Até o fim do ano a Prefeitura Municipal deverá entregar a estação de integração, que será construída na Avenida Mário Andreazza.
 
Linhas de ônibus – Quem reside em Cuiabá e precisa ir até o Fórum de Várzea Grande deve utilizar as linhas de transporte intermunicipal, que saem de Várzea Grande, circulam em alguns pontos de Cuiabá e retornam para a cidade vizinha. As linhas disponíveis, conforme a Ager-MT são:
– Linha 017: Terminal André Maggi / UFMT(guarita 2) via Univag – Começa a operar às 5h55 e termina às 22h30 em dias úteis.
– Linha 007: Terminal André Maggi / Rodoviária
– Começa a operar às 5h20 e termina às 19h42, em dias úteis.- Linha 008C : Nova Esperança/Choppão – Começa a operar às 5h e termina às 8h:05 em dias da semana.
– Linha 024: Terminal André Maggi / Shopping Pantanal – Começa a operar às 5h e termina às 21h57, todos os dias.
– Linha 024B: Terminal André Maggi / Morro da Luz – Começa a operar às 5h04 e termina às 18h14, somente em dias úteis.
– Linha 055: Terminal André Maggi / Supermercado Comper (Coxipó) – Começa a operar às 5h e termina às 21h30, todos os dias da semana.
 
Números – Hoje a Comarca de Várzea Grande possui 18 Varas, quatro juizados especiais, 20 juízes e juízas e 242 servidores e servidoras. São cerca de 70 mil processos em trâmite.
 
Solenidade – A inauguração do novo Fórum de Várzea Grande será realizada no dia 1º de julho (sexta-feira), às 14h, na Avenida Chapéu do Sol – Guarita II. A cerimônia contará com a presença da presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Helena Póvoas, do governador do Estado, Mauro Mendes e demais autoridades.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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