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Feira livre do Centro Político Administrativo volta às atividades nesta quinta-feira (02)

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A feira livre do Centro Político Administrativo volta a ser realizada a partir desta quinta-feira (02.03), em frente do prédio que abriga a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Empaer e Intermat. Quem passar pelo local encontrará um mix produtos, entre frutas, verduras, folhosas e legumes, todos produzidos por agricultores familiares da Baixada Cuiabana. 

Coordenada pela Seaf e pela Cooperativa de Produtores Familiares de Várzea Grande (Coopeveg), a feira será realizada toda quinta-feira, das 8h às 15h, e é aberta para todos os interessados.

Pelo menos 18 itens estarão à disposição para venda, como abacaxi, melancia, goiaba, banana da terra, banana nanica, mandioca, quiabo, maxixe, entre outros, a um preço abaixo do encontrado em supermercados. 

O objetivo, segundo a técnica de Desenvolvimento Econômico da Seaf, Doraci Siqueira, é fomentar a venda do que é produzido pelos agricultores familiares no Estado. 

“Oportunidades como esta mostram a qualidade do que produzimos regionalmente e oferecem preços mais atrativos, pois são vendidos diretamente do produtor para o consumidor final”, explicou Doraci.

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O presidente da Coopevag, Laudêncio Bispo, destacou que, para os produtores da agricultura familiar, iniciativas como esta são importantes para apresentar o produto regional. 

“Além de poder expor o que é produzido regionalmente, conseguimos um preço mais justo, pois tiramos aí duas ou três etapas, levando os itens direto do produtor para o consumidor final, sem atravessadores”. 

Segundo Laudêncio, as iniciativas da Seaf têm ajudado muito o agricultor familiar. “O fato da secretaria estar junto ao produtor nos dá oportunidades de fortalecer o produto regional”.

Fonte: GOV MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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