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Evento promove integração entre população e forças de segurança em Rosário Oeste neste sábado (15)

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A Secretária de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT) participa, neste sábado (15.05), do evento “Cultura Pela Paz – 7º Quero Mais Cultura”, em Rosário Oeste (103km de Cuiabá). Com expectativa de público de cerca de 600 pessoas, o evento será gratuito e acontecerá das 16h às 21h30 no Clube Social da cidade.

A ação, idealizada pelo Instituto Leverger em parceria com a Federação dos Conselhos Comunitários de Segurança do Estado de Mato Grosso (Feconseg), tem o objetivo de fortalecer o vínculo entre a comunidade e as forças de segurança pública, além de promover cultura e lazer.

A programação inclui exposições e atividades interativas promovidas por diversas unidades de segurança pública, como: Batalhão de Operações Especiais (Bope), Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Polícia Comunitária, Polícia de Trânsito, Polícia Ambiental e Corpo de Bombeiros Militar.

Uma das atrações de destaque será a presença do mascote “Bom Dog”, do programa “De Cara Limpa Contra as Drogas”, desenvolvido pela Polícia Civil. Além disso, o evento contará com um show especial da dupla de humoristas Nico e Lau, além do plantio de mudas de árvores.

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O coordenador da Polícia Comunitária, Major PM Kawahara, ressaltou a importância da iniciativa. “Nosso principal objetivo é aproximar a população das forças de segurança, especialmente jovens e crianças, para que conheçam nosso trabalho de forma leve e interativa”, afirmou.

O evento visa proporcionar momentos de lazer, aprendizado e interação, reforçando a importância da cultura e da segurança para o bem-estar da comunidade.

Confira a programação completa:

• 16h00 – Concentração dos Moto Clubes / Abertura da exposição da Força de Segurança
• 16h30 – Rolê dos motociclistas pela cidade
• 17h00 – Plantio de mudas de árvores
• 18h00 – Exibição de filme de Nico e Lau (20 min)
• 18h30 – Sorteio de brindes
• 18h45 – Fala de autoridades e parceiros
• 19h15 – Apresentação cultural local
• 19h30 – Sorteio de brindes
• 20h00 – Show com Nico e Lau
• 21h30 – Encerramento

O evento visa proporcionar momentos de lazer, aprendizado e interação, reforçando a importância da cultura e da segurança para o bem-estar da comunidade.

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*Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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