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Corregedoria-Geral da Justiça realizará força-tarefa na Comarca de Poxoréu

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A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso realizará uma força-tarefa na Comarca de Poxoréu. O Programa Corregedoria Participativa iniciado na semana passada constatou a necessidade de uma ação imediata para a melhoria do atendimento ao jurisdicionado. Dentre os objetivos do programa desenvolvido pela atual gestão da Corregedoria do Tribunal de Justiça de Mato Grosso estão, ouvir os vários segmentos da sociedade, entre eles, os jurisdicionados, advogados, promotores, defensores, servidores e magistrados das comarcas.
 
De acordo com o magistrado da 2 ª Vara da Comarca de Poxoréu, Darwin de Souza Pontes e diretor do foro, alguns números que não estão em conformidade são passivos do período pandêmico. “Nosso ponto de atenção é a taxa de congestionamento. Temos nossas limitações, mas queremos e precisamos de ajuda para mudarmos”, disse.
 
O prefeito do município, Nelson Paim, foi até o Fórum e se pronunciou. “De fato Poxoréu sofre com a energia elétrica. Esse é um gargalo antigo e que estamos trabalhando junto à operadora de energia para resolver. Ocorre que boa parte do sistema de transmissão do município é muito antigo, e não suporta mais carga”, explicou.
 
Ainda segundo o prefeito, o município e o Judiciário têm feito uma parceria de sucesso. “Eu acredito que aqui em Poxoréu a gente consegue dialogar bem com o Poder Judiciário. Em 2017, quando eu assumi, só de situações com home care tínhamos três, cujos custos chegavam a R$90 mil por mês, fora as questões que envolviam medicações de alto custo. Mas o bom senso tem norteado as decisões judiciais, e a Prefeitura tem conseguido trabalhar. Esse encontro é de grande valia, pois só compartilhando nossas realidades conseguimos resolver e melhorar. Agradeço ao corregedor-geral e sua equipe por esta oportunidade”, pontuou.
 
Conforme o juiz auxiliar Lídio Modesto da Silva Filho, responsável pela área criminal e de tecnologia, há uma necessidade urgente de melhorar o parque informático da Comarca de Poxoréu e levar capacitação aos servidores. “É preciso trabalhar de forma inteligente, temos que atacar o que traz mais resultado e benefício para a unidade. Por determinação do corregedor, muito em breve uma equipe nossa estará aqui para contribuir com esse trabalho”, pontuou o juiz Lídio.
 
“É importante ter esse olho no olho. Viemos no sentido de orientar. A Corregedoria participativa é isso. É identificar quais são as pedras, e de que forma o corregedor pode removê-las, sempre dialogando com todos. Nós estamos no município que foi considerado a capital do diamante, então, essa comarca tem que ser diamante”, disse o também juiz auxiliar, Emerson Cajango, fazendo referência ao selo Diamante de Qualidade do CNJ.
 
“Ouvimos dos servidores e do próprio magistrado as reivindicações e necessidades para o melhor andamento dos trabalhos. Muito em breve uma equipe da CGJ estará na Comarca de Poxoréu para capacitar e atender às necessidades dos servidores que aqui trabalham. Já solicitamos a troca para que possamos atender com excelência o jurisdicionado”, explicou o corregedor-geral, desembargador Juvenal Pereira.
 
Na oportunidade, o corregedor-geral participou de reunião com o presidente da OAB local, Thiago Souza Borges, e foi recebido pelo defensor Nelson Gonçalves Junior, do Núcleo da Defensoria Pública de Poxoréu e da 6 ª Defensoria Pública de Primavera do Leste.
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: foto horizontal colorida. O corregedor está em pé, ao centro, rodeado por servidores do Fórum da Comarca de Poxoréu.
 
Gabriele Schimanoski
Assessoria de Imprensa da CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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