MATO GROSSO
Corregedoria em Ação apresenta resultados e conversa com juízes do Polo de Alta Floresta
MATO GROSSO
Sônia precisava da certidão de averbação do divórcio para tirar novos documentos e resolver a partilha de bens que estava pendente. O processo estava concluso e o corregedor autorizou a emissão. “Estou imensamente agradecida. Muito obrigado, estou muito feliz”, disse. O casal, Santiago Rolom e Elisa da Cruz Rolom, aguardava um alvará para recebimento de um processo. Depois de explicarem a situação, houve a liberação da ordem de pagamento. “Sempre confiamos na Justiça e ela funcionou”, disse a dona de casa. “Aguardávamos isso há muito tempo. Era muito importante para nossa família”, encerrou o guarda noturno. Estes são alguns dos casos impulsionados pelo Corregedoria em Ação na Comarca de Alta Floresta.
Sejam todos muito bem vindos. Estamos à disposição. Aproveitamos para parabenizar à gestão por nos beneficiar por este evento. Em quase 20 anos de magistratura esta é a primeira vez que temos uma oportunidade desta. Momentos emocionantes e muito produtivos”, disse a juíza diretora do foro sede, Milena Ramos de Lima e Souza Paro. “O principal objetivo é que entreguemos melhores serviços, atendendo as expectativas da sociedade. Celeridade e qualidade são nossos objetivos. Passamos por enormes transformações e enfrentamos dificuldades que têm que ser superadas e este encontro serve para isto também. A Vice abordará temas mais específicos“, indicou o juiz auxiliar da Vice-Presidência do TJMT, Aristeu Batista Dias Vilella. Primeira imagem: fotografia colorida do corregedor em pé, ao microfone conversando com os magistrados que estão sentados de costas para a câmera no salão do Tribunal do Júri.
Segunda imagem: fotografia colorida – foto posada de toda equipe do Corregedoria em Ação e os magistrados do Polo de Alta Floresta, ao fundo os banners do programa..
MATO GROSSO
Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT
Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.
O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário.
Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.
Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.
Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.
Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.
Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.
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