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Competições escolares mato-grossenses definem primeiros campeões

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Realizadas simultaneamente nos municípios de Alta Floresta e Arenápolis, as duas primeiras etapas regionais dos Jogos Escolares e dos Jogos Estudantis de Seleções Mato-grossenses foram encerradas nesta quarta-feira (26.04). As competições, promovidas pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), definiram as equipes campeãs das regiões esportivas Médio Norte e Norte (confira no final da matéria).

Em Alta Floresta, o evento reuniu mais de 1,2 mil estudantes de 113 equipes escolares e seleções de vários municípios da região Norte. Em Arenápolis, cerca de 800 estudantes competiram em 78 equipes de municípios da região Médio Norte.

Divididos por faixas etárias, em que estudantes de 12 a 14 anos participam dos Jogos Escolares e os de 15 a 17 anos disputam os Jogos Estudantis de Seleções, os títulos regionais garantem vaga para a etapa estadual. Ambas competições contam com equipes masculinas e femininas nas modalidades de basquete, futsal, handebol e vôlei.

As equipes escolares e seleções vencedoras regionais irão disputar os títulos de campeãs mato-grossenses nas etapas estaduais de suas respectivas competições, que serão realizadas no mês de julho. Até lá, serão realizadas outras oito etapas regionais, envolvendo todos as regiões de Mato Grosso.

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Os próximos eventos também ocorrem simultaneamente em dois municípios. De 28 de abril a 03 de maio, Juara sedia as competições da região Noroeste, e Pontes e Lacerda, da região Sudoeste. Acesse aqui o calendário completo.

Seleção de Terra Nova Norte, campeã dos Jogos Estudantis da região Norte
Campeões da região Norte
Jogos Escolares
Basquete Masculino: E.M Darcy Ribeiro, de Guarantã do Norte
Basquetebol Feminino: Colégio Inovação, de Guarantã do Norte
Handebol Masculino: E.M Darcy Ribeiro, de Guarantã do Norte
Handebol Feminino: E.M Darcy Ribeiro, de Guarantã do Norte
Futsal masculino: E.M Paulo Freire, de Apiacás
Futsal feminino: E. M Maria Quitéria, de Paranaíta
Voleibol masculino: E.E Paulo Freire, de Marcelândia
Voleibol feminino: E.E 12 de Abril, de Terra Nova do Norte

Jogos Estudantis de Seleções
Basquete masculino: Guarantã do Norte
Basquete feminino: Matupá
Handebol masculino: Terra Nova do Norte
Handebol feminino: Guarantã do Norte
Futsal masculino: Colíder
Futsal feminino: Guarantã do Norte
Voleibol masculino: Alta Floresta
Voleibol feminino: Colíder

Campeões da região Médio Norte
Jogos Escolares
Basquete Masculino: Ipes, de Tangará da Serra
Basquetebol Feminino: Colégio Ideal, de Tangará da Serra
Handebol Masculino: E.E. Duílio Ribeiro Braga, de Arenápolis
Handebol Feminino: E.E. Militar Tiradentes Pm Salomão, de Tangará da Serra
Futsal masculino: E.E. Wilson de Almeida, de Nova Olímpia
Futsal feminino: E.E. Prefeito Mário Abrãao Nassarden, de Nobres
Voleibol masculino: Colégio Ideal, de Tangará da Serra
Voleibol feminino: E.E. São José do Rio Claro, de São José do Rio Claro

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Jogos Estudantis de Seleções
Basquete masculino: Tangará da Serra
Basquete feminino: Tangará da Serra
Handebol masculino: Tangará da serra
Handebol feminino: Tangará da serra
Futsal masculino: Nobres
Futsal feminino: Nobres
Voleibol masculino: Tangará da Serra
Voleibol feminino: Tangará da Serra

Fonte: Governo MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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