MATO GROSSO
Brinquedos confeccionados por reeducandos são doados a crianças em Cuiabá
MATO GROSSO
Brinquedos fabricados por reeducandos em Mato Grosso foram entregues para crianças do bairro Jardim Vitória, em Cuiabá, nesta quarta-feira (11.10).
A ação promovida pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), entregou cerca de 800 brinquedos, sendo que a maioria feitos à mão, em alusão ao Dia das Crianças, nesta quinta-feira (12.10).
Além dos brinquedos produzidos pelos reeducandos, uma quantidade significativa foi doada pelos próprios servidores do Sistema Penitenciário.
“Estes profissionais desempenham um papel crucial na manutenção da ordem e justiça e mostraram compromisso, não apenas com o dever profissional, mas também com a comunidade. Eles entenderam a importância de estender a mão e criar pontes de compreensão e apoio”, destacou o titular da SAAP, Jean Carlos Gonçalves.
Nas creches Irmã Aidil Bodstein e na Fé e Alegria, os servidores se emocionaram ao ver os olhos das crianças brilharem com alegria e gratidão.
“Essa ação solidária não é apenas sobre brinquedos ou doações. Ela é parte fundamental do processo de ressocialização do Sistema Penitenciário. Através de iniciativas como esta, os privados de liberdade têm a oportunidade de se redimirem, de aprenderem habilidades valiosas e de contribuirem positivamente com a sociedade. Eles têm a chance de mostrar que, apesar de seus erros passados, estão empenhados em mudar e fazer o bem”, enfatizou o secretário-adjunto.![]()
“O que aconteceu no bairro Jardim Vitória não foi apenas uma distribuição de brinquedos. Foi uma demonstração de humanidade, de esperança e de crença na capacidade de transformação do ser humano, seja ele um servidor do sistema, uma criança ou um privado de liberdade em busca de uma nova oportunidade”, finalizou.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT
As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026 . A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.
O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos).
“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.
Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).
Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício.
Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.
A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.
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