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Audiência de conciliação transforma histórias de vida e refaz relacionamento de casal em Sorriso

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Oportunizar o diálogo, possibilitar que a comunicação aconteça de forma natural, espontânea e que seja entendida e compreendida pelas partes para que o conflito possa ser solucionado da maneira mais pacífica possível. Este é o propósito central de uma audiência de conciliação.
 
E tem sido exatamente em audiências de conciliação, preparadas pelos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs) das mais variadas unidades judiciais de Mato Grosso, que a história de muitos homens e mulheres tem sido retomada e tomada trajetória de harmonia, de humanidade.
 
O último vídeo da série ‘A Conciliação Mudou a Minha Vida’, do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), do Tribunal de Justiça, traz depoimentos de pessoas que resolveram problemas, entre os quais de sentimentos, ou de relacionamentos pessoais, familiares, de maneira mais rápida e sem a necessidade de uma ação judicial.
 
E o episódio registra a experiência que mudou a vida da professora Marcilene Mariano e do sargento Adeilson Ferreira, da Polícia Militar. Os dois são pais de um garoto e, depois de alguns anos de casamento, resolveram colocar um fim na união. O divórcio foi realizado no Cejusc da Comarca de Tangará da Serra (251 Km da Capital).
 
E pouco tempo mais tarde, a professora e o ex-marido, apesar de separados, foram morar em outra cidade, em Sorriso (420 Km ao norte de Cuiabá). Nesse município, e como tinham o filho como ligação, o ex-casal percebeu que àquela história, que culminou com o divórcio, não havia sido resolvida totalmente até porque ainda existia afeto entre os dois. Assim, e com a intenção de estabelecer um novo tempo na vida deles, tendo como referência o passado, procuraram a intermediação do Cejusc de Sorriso.
 
Mediados pela equipe do Judiciário, a professora e o militar decidiram, por meio da conciliação, dar chance ao tempo, aos fatos, aos sentimentos e reataram o relacionamento, com um novo casamento para mudar a história da vida deles.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: fotografia colorida mostrando o casal. Eles estão sentados e ao fundo o filho.
 
 
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Terceira edição do CNU pode ter até 3 mil vagas

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Quem pretende fazer concurso público em 2027 pode se preparar. Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), existe a expectativa de um novo Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) no próximo ano com até 3 mil vagas.

A realização do certame, porém, depende da aprovação, pelo Congresso Nacional, do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) que permita espaço fiscal para preenchimento de novas vagas no serviço público.

Na nota enviada à Agencia Brasil , o MGI diz que considera o CNPU “uma política pública de renovação, modernização e democratização do acesso ao serviço público federal” e que a ideia é que ele se consolide como um processo permanente de seleção de servidores, com edições realizadas em ciclos regulares, idealmente a cada dois anos.

O CNPU foi criado em 2023 pelo governo federal e ficou conhecido como “Enem dos Concursos”. O objetivo foi centralizar os processos seletivos para contratação de servidores públicos em diversos órgãos do Poder Executivo federal e aumentar os locais de prova pelo país.

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