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Wanessa Camargo revela que precisou dar dura em fãs por medo: ‘Me assustando!’

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A cantora Wanessa Camargo participou do “PodDelas“, na noite desta quarta-feira (10), e, durante a entrevista, a filha de Zezé Di Camargo expôs um episódio em que fãs do pai invadiram e acamparam na fazenda do cantor. A artista aproveitou para falar sobre a sua relação com os fãs e também opinar sobre algumas relações deles que a deixam assustada.

“Meu pai tem uma fazenda, o pessoal que fica na fazenda ligou pra gente e: ‘seguinte, a gente prendeu umas pessoas acampadas’. Tinha uma galera acampada dentro da fazenda, no meio do pasto. E a gente pensou que podia ser invasão, podia ser bandidos… Era o meu fã clube do Brasilia, bonitinho. Ai tive que tirar a queixa, porque não me pediram ‘oi, com licença’. Elas entraram. Olha que perigo! Já pensou se de repente acontece alguma coisa… Não sei”, afirmou ela.

Em seguida, Wanessa contou que é muito medrosa com fanatismo e por isso, já deu ultimato em quem chegou a passar do ponto: “Eu falo pra eles: eu não gosto de fanatismo, isso me apavora. Então toda vez que começa a sair do ponto, isso já aconteceu umas quatro vezes na minha vida, eu vou lá no particular e falo: ‘você está me assustando. E ai? Vai manter a linha pra gente poder ter uma relação ou vou ter que me afastar de você e impedir que esteja perto de mim?’”, revelou.

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A cantora ainda afirmou que esse tipo de conversa sempre funcionou: “Porque eu tinha duas escolhas: ou afastar porque estava me assustando o exagero ou pegar o medo e falar ‘não, essa pessoa deve estar colocando em mim coisas que não deveria’. Então chamei para essa conversa do autoconhecimento e hoje é uma relação equilibrada e verdadeira”, completou.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Estâncias hidrominerais paulistas reúnem fontes terapêuticas

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O estado de São Paulo tem onze municípios reconhecidos oficialmente como estâncias hidrominerais, distribuídos pelo interior entre as regiões de Campinas e o noroeste paulista. Esses destinos se notabilizam pelas fontes de água mineral com propriedades terapêuticas documentadas, pelo clima serrano e pela imersão na natureza — fatores que contribuem para a saúde e bem-estar dos visitantes.

Cada estância possui composição hídrica específica e indicações distintas, que variam conforme a concentração de minerais, grau de radioatividade e pH da água. Além das fontes, o clima de altitude e o contato com a natureza integram a experiência terapêutica. A seguir, um panorama de cada destino, com as propriedades das águas verificadas em fontes primárias e o acesso a partir da capital.

Amparo: a 120 km de São Paulo pela Dom Pedro I e SP-360, é denominada Capital Histórica do Circuito das Águas Paulista. A Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP) mantém Unidade de Lazer na cidade, com serviços de fisioterapia e sauna que utilizam as águas locais, radioativas e indicadas para asmas, dermatoses alérgicas, bronquites e diabetes. O município preserva patrimônio arquitetônico do século XIX.

Atibaia: a 70 km pela Fernão Dias, é estância turística e Capital Nacional do Morango. O principal atrativo natural é a Pedra Grande, no Parque Natural Municipal, com trilhas e mirante a 1.400 m de altitude. A produção de morango estrutura o calendário turístico local, com feiras e visitas a propriedades. Hotéis com spa atendem à demanda por bem-estar.

Águas da Prata: a 220 km pela Anhanguera e SP-344, possui fontes ferruginosas e carbogasosas, ricas em ferro, cálcio e magnésio, classificadas em um estudo da Universidade de São Paulo de 1981. O Balneário Municipal reúne mais de dez nascentes, entre elas as fontes Villela, Prata-Antiga, Prata-Nova, Prata-Radioativa, Vitória e do Boi.

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Águas de Lindoia: a 190 km pela Anhanguera até Mogi Mirim e SP-147, conta com Balneário Municipal com águas oligometálicas, hipotermais, oxigenogasosas e radioativas, indicadas para cálculos renais, eczemas, artrite, fibromialgia, alergias e diabetes. Desde 2006, o tratamento integra o SUS como Prática Integrativa e Complementar.

Águas de Santa Bárbara: a 280 km pela Castelo Branco, tem águas classificadas pelo IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas como “oligomineral, hipotermal, alcalina, fortemente bicarbonatada, cálcica, magnesiana e sulfatada, com sais ativados pelo radônio 222”. No II Congresso Internacional de Hidroclimatismo (1940), foram reconhecidas entre as de referência mundial. Acesso pelo Balneário Municipal Mizael Marques Sobrinho.

Águas de São Pedro: a 180 km pela Anhanguera até Piracicaba e SP-304, possui três fontes públicas: Fonte da Juventude (sulfurosa, para reumatismo, alergia, diabetes e pele), Fonte Gioconda (sulfatada sódica radioativa, para fígado e intestino) e Fonte Almeida Salles (bicarbonatada sódica, para gastrite e cálculos renais). O Grande Hotel São Pedro, tombado e em operação desde 1940, oferece banhos supervisionados.

Ibirá: a 425 km pela Anhanguera até São José do Rio Preto e BR-153, possui águas vanádicas, alcalinas e bicarbonatadas, pH próximo a 10, sem composição equivalente registrada no Brasil. Cinco fontes compõem o conjunto: Ademar de Barros, Carlos Gomes, Jorrante, Saracura e Seixas. Os banhos no Balneário Evaristo Mendes Seixas são indicados para cicatrização, com ação antioxidante e antialérgica.

Lindóia: a 195 km pela Anhanguera até Mogi Mirim e SP-147, é designada “Capital Nacional da Água Mineral” pela Setur-SP e responde por cerca de 40% do volume de água mineral consumido no Brasil. A água Lindoya, nome usado pelas mineradoras que exploram o solo do município, pode ser apreciada pelos turistas em fontes espalhadas em praças em vários bairros.

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Monte Alegre do Sul: a 135 km pela Dom Pedro I e SP-360, teve as primeiras fontes descobertas em 1920. Conta com cerca de dez fontes no centro, entre elas a Fonte Luiza (indicada para problemas digestivos, reumatismo e pele) e a Fonte Senhor Bom Jesus. O Balneário Municipal oferece banhos de imersão, sauna e massoterapia, combinados com agroturismo em vinícolas e alambiques.

Serra Negra: a 155 km pelas rodovias Dom Pedro I e SP-095, recebeu o título de Estância Hidromineral e Climática em 1938, após identificação das propriedades radioativas das águas em 1928. Mantém fontes públicas como Fonte São Carlos, Fonte dos Italianos, Brunhara, Sant’Anna, Santo Agostinho e Santa Luzia. O Parque Fonte Santo Agostinho oferece acesso às nascentes. O município conta com mais de dez mineradoras de água envasada.

Socorro: a 165 km pela Dom Pedro I, é classificada como estância turística e integra o Circuito das Águas Paulista. Oferece atividades de turismo de aventura (rafting, rapel, tirolesa, arvorismo e trekking), ecoturismo em áreas de Mata Atlântica e turismo rural em hotéis-fazenda. A cidade conta com infraestrutura de acessibilidade para pessoas com deficiência em diversos atrativos.

As onze estâncias integram a Associação das Prefeituras Estância do Estado de São Paulo (APRECESP), entidade que reúne 78 estâncias, incluindo os principais destinos do interior e do litoral paulista. Com 45 anos de atuação, a APRECESP promove a representatividade institucional, a integração entre municípios e a qualificação de gestores do turismo paulista.

Mais informações: www.turismopaulista.tur.br



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