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Wanessa Camargo revela que precisou dar dura em fãs por medo: ‘Me assustando!’

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A cantora Wanessa Camargo participou do “PodDelas“, na noite desta quarta-feira (10), e, durante a entrevista, a filha de Zezé Di Camargo expôs um episódio em que fãs do pai invadiram e acamparam na fazenda do cantor. A artista aproveitou para falar sobre a sua relação com os fãs e também opinar sobre algumas relações deles que a deixam assustada.

“Meu pai tem uma fazenda, o pessoal que fica na fazenda ligou pra gente e: ‘seguinte, a gente prendeu umas pessoas acampadas’. Tinha uma galera acampada dentro da fazenda, no meio do pasto. E a gente pensou que podia ser invasão, podia ser bandidos… Era o meu fã clube do Brasilia, bonitinho. Ai tive que tirar a queixa, porque não me pediram ‘oi, com licença’. Elas entraram. Olha que perigo! Já pensou se de repente acontece alguma coisa… Não sei”, afirmou ela.

Em seguida, Wanessa contou que é muito medrosa com fanatismo e por isso, já deu ultimato em quem chegou a passar do ponto: “Eu falo pra eles: eu não gosto de fanatismo, isso me apavora. Então toda vez que começa a sair do ponto, isso já aconteceu umas quatro vezes na minha vida, eu vou lá no particular e falo: ‘você está me assustando. E ai? Vai manter a linha pra gente poder ter uma relação ou vou ter que me afastar de você e impedir que esteja perto de mim?’”, revelou.

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A cantora ainda afirmou que esse tipo de conversa sempre funcionou: “Porque eu tinha duas escolhas: ou afastar porque estava me assustando o exagero ou pegar o medo e falar ‘não, essa pessoa deve estar colocando em mim coisas que não deveria’. Então chamei para essa conversa do autoconhecimento e hoje é uma relação equilibrada e verdadeira”, completou.

Fonte: TOP FAMOSOS

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CURIOSIDADES

Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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