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Palmeiras vence Internacional por 3 a 1 e assume a liderança do Brasileirão

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O Palmeiras demonstrou força e eficiência ao conquistar sua segunda vitória no Campeonato Brasileiro, superando o Internacional por 3 a 1 na noite desta quinta-feira, no Estádio Beira-Rio. Com gols de Gustavo Gómez, Vitor Roque e Andreas Pereira, o Verdão garantiu os três pontos que o levaram à liderança isolada da competição. Ronaldo marcou o único gol do Colorado.

A invencibilidade alviverde no Brasileirão se mantém, e a equipe agora soma sete pontos, mesma pontuação de São Paulo, Fluminense e Bahia, mas lidera pelo maior saldo de gols. Para o Internacional, o resultado foi amargo, colocando o clube na zona de rebaixamento, na 17ª posição, com apenas um ponto conquistado.

O jogo

A partida começou com um ritmo travado, com o Internacional tentando se impor, mas sem conseguir ameaçar efetivamente o gol de Carlos Miguel com finalizações perigosas. O Palmeiras, por sua vez, também encontrava dificuldades para construir jogadas ofensivas. Aos 19 minutos, Allan teve a primeira boa chance para o Verdão, driblando Bernabei e chutando forte para defesa de Rochet.

O placar foi aberto aos 23 minutos em uma jogada de bola parada: Andreas Pereira cobrou escanteio com precisão, e Gustavo Gómez subiu mais alto que a zaga colorada para cabecear firme e colocar o Palmeiras em vantagem. Aos 28, Piquerez cobrou uma falta perigosa que exigiu outra boa intervenção de Rochet. O Inter buscou a reação e quase empatou aos 32, mas o chute de Carbonero foi bloqueado por Gustavo Gómez.

O esforço colorado foi recompensado aos 35 minutos. Após o Palmeiras perder uma chance no ataque, Rochet repôs a bola rapidamente, iniciando um contra-ataque. Ronaldo, que havia acionado Alan Patrick e visto o chute ser bloqueado, aproveitou a sobra e mandou de primeira para o fundo do gol, empatando o clássico. Já aos 42, Carlos Miguel brilhou com uma grande defesa em cabeçada de Victor Gabriel, salvando o Verdão.

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Segundo tempo

A etapa final começou com o Internacional buscando a virada, mas desperdiçando oportunidades. Primeiro, Bernabei chutou por cima, e em seguida, um cruzamento de Bruno Gomes atravessou a área sem que ninguém aproveitasse. O Palmeiras foi mais cirúrgico e retomou a liderança aos seis minutos: Vitor Roque dominou um lançamento de Gómez, driblou Mercado e finalizou. A bola desviou em Félix Torres e enganou o goleiro, indo parar no fundo das redes.

O Inter ainda tentou reagir. Aos 17, Bruno Gomes tabelou com Carbonero e chutou, a bola desviou em Piquerez e acertou o travessão. Pouco depois, Carbonero voltou a chutar, Carlos Miguel defendeu, mas soltou a bola para fora.

A eficiência palmeirense voltou a aparecer aos 27 minutos, quando Luighi recuperou a bola no campo de ataque e tocou para Evangelista, que cruzou para Andreas Pereira. O camisa 8 apareceu livre na área e soltou uma pancada, ampliando a vantagem para 3 a 1. Nos acréscimos, Carlos Miguel ainda fez duas defesas importantes em chutes de Borré e Alerrandro, garantindo a vitória para o Palmeiras.

Próximos confrontos:

Internacional terá um desafio pelo Campeonato Gaúcho, enfrentando o Ypiranga-RS na semifinal (jogo de ida) neste domingo, 15 de fevereiro de 2026, às 20h30 (de Brasília), no Colosso da Lagoa.

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Palmeiras volta suas atenções para o Campeonato Paulista, onde receberá o Guarani pela 8ª rodada, também neste domingo, às 20h30 (de Brasília), na Arena Barueri.

FICHA TÉCNCIA
                                                    INTERNACIONAL 1 X 3 PALMEIRAS
Competição Campeonato Brasileiro (3ª rodada)
Local Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data 12 de fevereiro de 2026 (quinta-feira)
Horário 21h30 (de Brasília)
Cartões Amarelos Paulinho, Pezzolano (Internacional); Abel Ferreira, Andreas Pereira (Palmeiras)
Cartões Vermelhos Nenhum
Árbitro Davi De Oliveira Lacerda (ES)
Assistentes Victor Hugo Imazu dos Santos (PR) e Douglas Pagung (ES)
VAR Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (RN)
Gols Gustavo Gómez, aos 23′ do 1°T (Palmeiras); Ronaldo, aos 35′ do 1°T (Internacional); Vitor Roque, aos 6′ do 2°T (Palmeiras); Andreas Pereira, aos 36′ do 2°T (Palmeiras)
Escalação Internacional Rochet; Bruno Gomes, Victor Gabriel (Félix Torres), Mercado e Bernabei; Ronaldo (Kayky), Paulinho (Aguirre) e Alan Patrick (Alan Rodríguez); Vitinho, Borré e Carbonero (Alerrandro).
Técnico Internacional Paulo Pezzolano
Escalação Palmeiras Carlos Miguel; Khellven, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez (Jefté); Marlon Freitas, Andreas Pereira, Mauricio (Ramón Sosa) e Allan (Lucas Evangelista); Flaco López (Giay) e Vitor Roque (Luighi).
Técnico Palmeiras Abel Ferreira

Fonte: Esportes

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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