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Corinthians é superado pelo América-MG na 27ª rodada do Brasileirão

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O Corinthians voltou a campo na tarde deste domingo (18.09) para o jogo contra o América-MG, em Belo Horizonte, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Timão foi superado pela equipe da casa, pelo placar de 1 a 0. 

O Alvinegro agora ocupa a quinta colocação na competição nacional, com 44 pontos somados. O Coringão volta a campo na Neo Química Arena no próximo dia 28, contra a equipe do Atlético-GO, pela 28ª rodada do Brasileirão. 

Escalação

O técnico Vítor Pereira escalou o Timão com a seguinte formação: Cássio; Léo Maná, Bruno Méndez, Raul e Lucas Piton; Xavier, Roni e Giuliano; Adson, Mateus Vital e Róger Guedes. Entraram no decorrer da partida: Robson, Yuri Alberto, Du Queiroz, Renato Augusto e Fausto. Ainda ficaram à disposição no banco de reservas: Carlos Miguel, Ramiro, Gustavo Silva, Fagner, Bruno Melo, Robert e Giovane. 

Primeiro tempo

O jogo iniciou com as duas equipes trocando posses de bola, procurando espaços para o ataque. O Timão tentou pressionar a saída de bola do adversário no campo de ataque com Adson e Lucas Piton ensaiando algumas jogadas pela esquerda. 

Aos três minutos de jogo, em uma cabeçada de Juninho, do América, o Gigante Cássio fez uma grande defesa. Aos 10, em contra-ataque, o América chegou novamente, mas Cássio estava esperto e ficou com a bola.

O Alvinegro chegou no minuto seguinte, com um chute de Róger Guedes que levou perigo; entretanto, o árbitro auxiliar marcou impedimento do camisa 10 do Timão. 

Mais uma jogada perigosa do Time do Povo: aos 16 minutos, Adson recebeu a bola e de fora da área chutou para o gol. O goleiro da equipe de Minas Gerais fez a defesa e mandou para escanteio. Dois minutos depois, foi a vez de Mateus Vital tentar contra à meta adversária, e novamente o goleiro americano salvou, dando outro escanteio para o Timão.

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O Corinthians tentou sair para o jogo em vários momentos, mas a marcação da equipe mineira esteve bem postada. Do outro lado, o América jogou com mais velocidade, tentando ligar o contra-ataque e também parou na marcação alvinegra.  

 Aos 43 minutos, o América chegou com perigo ao ataque, e em chute à queima-roupa de Henrique Almeida, Cássio fez uma grande defesa – mas nada estava valendo, pois foi marcado o impedimento. 

O primeiro tempo teve dois minutos de acréscimo. 

Segundo tempo

Antes de iniciar a segunda etapa, o técnico Vítor Pereira fez uma alteração tripla no Timão. Saíram Léo Maná, Xavier e Róger Guedes e entraram Robson, Yuri Alberto e Du Queiroz.

Bola em jogo e, logo no início, o América foi para cima do Corinthians; na finalização, Cássio mais uma vez fez uma excelente defesa. O Corinthians respondeu com Mateus Vital, aos três minutos: o camisa 21 alvinegro recebeu de Yuri Alberto e chutou pela direita. A bola foi rasteira e o goleiro mineiro fez a defesa, mandando para escanteio. Na cobrança, Raul cabeceou e novamente o goleiro Matheus mandou para escanteio. 

Aos 12 minutos, o América chegou novamente: Henrique Almeida chutou de fora da área, a bola levou certo perigo, mas foi pela linha de fundo. 

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O Coringão mexeu mais uma vez: saiu Adson para a entrada de Renato Augusto, aos 21 minutos da segunda etapa. A última mexida do Timão ocorreu aos 28 minutos: saiu Roni para entrada de Fausto. 

Gol do América. Aos 31 minutos, em jogada iniciada por um contra-ataque, a bola foi alçada na área e Juninho cabeceou para o fundo das redes, 1 a 0.

Após o gol sofrido, o Timão foi para cima da equipe mineira, procurando espaços na boa marcação adversária.

O árbitro deu cinco minutos de acréscimo. A partida ficou paralisada por alguns minutos devido a sinalizadores acesos na torcida, e o árbitro acrescentou dois minutos ao acréscimo. A partida foi encerrada sem que nada ocorresse  neste período. 

FICHA TÉCNICA

AMÉRICA-MG 1 x 0 CORINTHIANS

Competição: Campeonato Brasileiro, 27ª rodada

Data e horário: 18 de setembro de 2022 (domingo), às 18h (de Brasília)

Local: estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (FIFA/RJ)

Auxiliares: Michael Correia (RJ) e Thiago Rosa Oliveira (RJ)

VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (FIFA/RN)

Cartões amarelos: Benítez (AMÉ); Raul Gustavo, Bruno Méndez, Roni (COR) Gol: Juninho (AMÉ), aos 31’/2ºT (1-0)

AMÉRICA-MG: Matheus Cavichioli; Cáceres (Patric), Éder, Ricardo Silva e Marlon; Juninho, Alê e Benítez (Ramírez); Felipe Azevedo (Aloísio), Henrique Almeida (Mastriani), Matheusinho (Maidana). Técnico: Vagner Mancin.

CORINTHIANS: Cássio; Léo Mana (Robson Bambu), Bruno Méndez, Raul Gustavo e Lucas Piton; Xavier (Du Queiroz), Roni (Fausto Vera) e Giuliano; Adson (Renato Augusto), Róger Guedes (Yuri Alberto) e Mateus Vital. Técnico: Vítor Pereira.

Fonte: Agência Esporte

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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