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Confira o ranking de jogadores com mais assistências no Catar-2022
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Veja os jogadores que mais deram passes para gol na Copa do Mundo e relembre as assistências mais impressionantes das edições anteriores do torneio.
Catar-2022: mais passes para gol
Bruno Fernandes (POR): 3 assistências
Harry Kane (ING): 3 assistências
Andrija Zivkovic (SER): 2 assistências*
Christian Pulisic (EUA): 2 assistências*
Davy Klaassen (HOL): 2 assistências*
Denzel Dumfries (HOL): 2 assistências*
Diogo Dalot (POR): 2 assistências
Dusan Tadic (SER): 2 assistências*
Ivan Perisic (CRO): 2 assistências
João Félix (POR): 2 assistências
Jordi Alba (ESP): 2 assistências*
Kylian Mbappé (FRA): 2 assistências
Lionel Messi (ARG): 2 assistências
Ousmane Dembélé (FRA): 2 assistências
Phil Foden (ING): 2 assistências
Theo Hernández (FRA): 2 assistências
Vinícius Junior (BRA): 2 assistências*
* Seleções já eliminadas
Quem deu mais de 3 assistências em cada Copa (desde 1966)
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1966: Siegfried Held, Uwe Seeler (4), António Simões, José Torres (3)
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1970: Pelé (5), Tostão (4), Hristo Bonev, Reinhard Libuda, Gerd Muller, Rivellino (3)
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1974: Robert Gadocha (5), Johan Cruyff, Dragan Dzajic, Uli Hoeness (3)
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1978: Rob Rensenbrink, Rene van de Kerkhof (3)
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1982: Pierre Littbarski (5), Zico (4)
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1986: Diego Maradona (5), Igor Belanov (4), Dominique Rocheteau (4), Stéphane Demol (3)
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1990: Andreas Brehme, Jozef Chovanec, Lubo Moravcik (3)
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1994: Thomas Hassler (5), Tomas Brolin (4), Gheorghe Hagi (4), Sergi (3)
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1998: Dennis Bergkamp, Youri Djorkaeff, Tahar El-Khalej, Brian Laudrup, Ronaldo, Juan Sebastián Verón (3)
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2002: Michael Ballack (4), David Beckham, Francisco De Pedro, Hasan Sas, Ronaldinho, Bernd Schneider, Christian Ziege (3)
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2006: Francesco Totti (4), Luís Figo, Andrea Pirlo, Juan Román Riquelme, Bastian Schweinsteiger (3)
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2010: Kaká, Dirk Kuyt, Thomas Müller, Mesut Özil, Bastian Schweinsteiger (3)
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2014: Juan Cuadrado, Toni Kroos (4), Karim Benzema, André Schürrle (3)
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2018: Nenhum jogador deu mais que duas assistências
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Você sabia?
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Apesar da lesão sofrida durante o México-1970, Hirsto Bonev teve uma média de um passe para gol a cada 68 minutos. O búlgaro e o marroquino Tahar El-Khalej são os únicos jogadores que não participaram das finais de mata-mata.
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Reinhard Libuda tinha o apelido de “Stan”, em homenagem à ponta histórica inglesa Stanley Matthews.
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Andreas Brehme, Sergi e Christian Ziege, todos laterais esquerdos, são os únicos degensores que registram mais de duas assistências em uma mesma Copa.
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Lionel Messi precisou de apenas 13 minutos para criar um gol em sua estreia no Mundiais, em 2006. O camisa 10 é o único jogador que deu assistências em cinco edições diferentes do torneio. Grzegorz Lato, Diego Maradona e David Beckham conseguiram esse feito em três Copas.
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Thomas Müller venceu a Chuteira de Ouro na África do Sul graças ao desempate por assistências. Quatro jogadores terminaram empatados, com cinco gols, mas o alemão deu mais passes (3) que Diego Forlán, Wesley Sneijder e David Villa (1, cada).
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Toni Kross passou a ser chamado de “Garçom” pela torcida brasileira por conta da criatividade mostrada nas primeiras fases do torneio de 2014. O meia alemão marcou duas vezes e deu um passe para gol no histórico 7 a 1 sobre os anfitriões nas semifinais daquele ano .
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Fonte: Agência Esporte
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Ruas decoradas para Copa do Mundo reforçam vínculo comunitário no Rio
Viver a Copa do Mundo como algo a mais que um torneio de futebol entre países é uma tradição antiga no Brasil. Entre os churrascos em família para assistir aos jogos e as apostas no trabalho sobre o próximo placar, outro costume vem retomando seu espaço no país: decorar as ruas para o mundial.
Com bandeirinhas em verde e amarelo, latas de tinta, desenhos de jogadores famosos e de outras celebridades nacionais, os brasileiros têm visto cada vez mais ruas decoradas para o torneio.
A Seleção Brasileira é a maior campeã da competição com cinco títulos, em 1958 (Suécia), 1962 (Chile), 1970 (México), 1994 (Estados Unidos) e 2002 (Coreia do Sul e Japão), mas não vence uma Copa há 24 anos.
O jejum não impediu a empolgação dos brasileiros. No Rio de Janeiro, moradores de diversas partes da cidade utilizaram a arte para expressar seu apoio ao Brasil em 2026.
Morro do Pinto
No bairro do Santo Cristo, no centro da cidade, os moradores da Rua Capiberibe quiseram resgatar a lembrança afetiva de quem cresceu na comunidade do Morro do Pinto, com foco nas crianças que não viveram esses momentos. A vice-presidente do Centro Cultural Capiberibe 27, Isabel Boechat, coordenou as atividades.
“A rua foi entrando no clima aos poucos: moradores ajudando, crianças pintando, famílias acompanhando, gente chegando para ajudar, colaborar de alguma forma”, conta.
“Hoje a minha avaliação da ação é que não foi uma ação feita “para” a comunidade, foi feita com a comunidade. Em algum momento, deixou de ser só uma pintura e virou encontro, convivência, pertencimento”.
Isabel conta que a movimentação também atraiu moradores do Morro da Providência, do Santo Cristo e de outras partes da região portuária, que ajudaram no arranjo.
Todo material foi custeado com apoio dos moradores, amigos, parceiros e pessoas próximas ao Centro Cultural Capiberibe 27, que doou grande parte do material. Comerciantes da área cuidaram das provisões, e do material necessário, e as crianças ganharam almoço, picolé e lanches durante o processo.
Para Isabel Boechat, mais do que técnica e perfeição, o principal era deixar que as crianças fossem as protagonistas da festa, reacender essa memória coletiva e reunir a comunidade em torno da Copa .
“Elas [as crianças] pintaram, imaginaram, colocaram cor na rua. E isso tem uma força muito grande, porque talvez no futuro elas lembrem: ‘eu pintei a minha rua para a Copa’. Era isso que a gente queria entregar para elas. E acho que conseguimos”, finalizou.
Morro do Turano
O trabalho realizado por eles também serviu de estímulo para outras partes da cidade. O universitário Silvio Rosa, de 21 anos, conta que a escadaria do Morro do Pinto foi uma das inspirações para a decoração que ele ajudou a criar na comunidade em que mora no Rio Comprido, na zona norte.
Morador do Morro do Turano, ele mesmo nunca havia tido a experiência de pintar a rua para a Copa do Mundo, mas teve a ideia de organizar um dia de grafite pensando nas crianças da comunidade.
Poucas semanas depois, soube de um concurso organizado pelo projeto Favela Radical, o “Meu Beco na Copa”, e decidiu unir o “útil ao agradável” ao inscrever a Alameda Manoel Costa.
“A gente não teve muito apoio das pessoas da Alameda e da comunidade. Na verdade, teve muita desconfiança, pessoas falando que a gente não ia conseguir”, disse Silvio, que chegou a pedir doação de materiais aos vizinhos mas não obteve retorno.
“Foram mais as crianças mesmo, elas, sim, aderiram a todo momento, sempre perguntando pra gente quando ia ser a pintura e tudo mais, sempre ansiosas. E ajudaram muito, de verdade mesmo”.
A iniciativa foi liderada por ele, a namorada, Taíssa Brito, e a artista Anunki, com participação de crianças do Morro do Turano. Durante o último fim de semana de trabalho do grupo, quando terminaram o projeto, diversas partes da comunidade já estavam decoradas.
“Eu vejo como muito positivo, principalmente nesse momento que a gente está vivendo no país, que é um ano eleitoral. E resgatar tudo isso, poder fazer parte disso, resgatar esses símbolos pra nós, pro povo brasileiro, de fato é muito interessante. E viver isso junto com as crianças é mais interessante ainda”, completou.
Rio nas Cores do Hexa
Este ano, a Prefeitura do Rio de Janeiro lançou um edital para premiar ruas ornamentadas para a Copa do Mundo. O concurso “Acreditar é uma Arte – O Rio nas Cores do Hexa” vai gratificar o primeiro lugar com R$ 50 mil, o segundo com R$ 30 mil e o terceiro em R$ 20 mil.
No bairro de Vila Isabel, na zona norte do Rio, a tradicional Rua Pereira Nunes já está pronta para participar. Acontece que decorar as ruas para a Copa do Mundo é um costume da Galera da Pereira Nunes há mais de 40 anos . Tudo começou na Copa de 1978, e segue sem interrupções até hoje.
Um dos principais responsáveis por organizar toda a programação, Celso Mendes, de 48 anos, conta que o planejamento leva tempo e é coisa séria para os moradores. Desde 1994, ele lidera a Galera da Pereira Nunes.
“Nós planejamos a próxima Copa do Mundo assim que acaba, aí, são quatro anos de planejamento. E a relevância para o nosso bairro é enorme, eles esperam a gente planejar essa ornamentação, ficam nos cobrando. Então, é algo muito importante, não só para o nosso bairro, mas para o país, né?”, disse.
A rua já foi matéria em jornais internacionais, mas, segundo Celso Mendes, a festa não fica só na tradicional ornamentação. Eventos com transmissão dos jogos e música ao vivo também estão sendo organizados. A Rua Pereira Nunes já ganhou quatro concursos e pode chegar ao pentacampeonato, assim como a Seleção Brasileira.
O edital está disponível no site da Secretaria Municipal de Cultura e as inscrições para o concurso foram prorrogadas até o dia 20 de junho.
*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia.
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